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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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14/09/2009


A hepatite C não causa somente danos no fígado


Já é de conhecimento medico que a hepatite C não somente causa danos no fígado, sendo a doença associada a diversos danos extra-hepáticos. Entre as conseqüências da hepatite C o dano extra-hepático de maior incidência entre os infectados e conhecido como distúrbio metabólico.

O distúrbio metabólico é provocado pelo efeito do vírus da hepatite C nos lipídios e no metabolismo da glicose, o que resulta na formação de depósitos de gordura no fígado (esteatoses), resistência a insulina e diabete tipo 2, conseqüências comprovadas por vários estudos científicos, os quais encontraram que entre 19% e 33% dos infectados com hepatite C desenvolverão a diabete tipo 2 com a progressão do dano hepático, um índice até quatro vezes superior ao encontrado na população em geral.

O efeito é diretamente ligado ao vírus da hepatite C, já que o distúrbio metabólico não acontece com alta freqüência nos infectados com hepatite B. Indivíduos que conseguem a cura da hepatite C conseguem melhorias na sensibilidade da resistência a insulina, conseguindo dessa forma evitar um risco maior no desenvolvimento do diabetes.

Ainda é desconhecido como acontece a ação do vírus no organismo para provocar a resistência a insulina precedendo o aparecimento do diabete. A resistência a insulina tem inicio nos músculos, mas o vírus da hepatite C não fica alojado nos músculos, fato que desorienta os pesquisadores.

O aumento da resistência a insulina e a elevação da glicose no sangue aumentam o conhecido índice HOMA-IR, um indicador de prováveis problemas cardíacos para o individuo. Um índice HOMA-IR elevado também é um indicador de progressão da fibrose no fígado.

Concluem os autores que embora a hepatite C provoque danos no fígado e não em outros órgãos, não devem ser ignorados as manifestações extra-hepáticas, as quais a cada dia são mais bem conhecidas. O presente estudo permite uma melhor compreensão da fisiologia da resistência à insulina e suas conseqüências em infectados com hepatite C, colocando interrogantes para a realização de novos estudos.

MEU COMENTÁRIO:

Não é nada agradável alguém se tornar diabético. Um diabético passa a ter um maior risco de vida alem de importantes limitações na sua alimentação, o que diminui muito a qualidade de vida.

Não existem medicamentos para tratar a resistência à insulina, mas se o infectado com hepatite C manter seu peso ideal (ou um pouco abaixo) seguir uma alimentação balanceada, com pouca gordura e açucares e, praticar exercícios físicos aeróbicos pelo menos três horas e media por semana (dividido em cinco dias), com certeza estará colaborando em retardar o processo do aparecimento da diabetes. É mais uma situação em que o comportamento do paciente e mais importante que qualquer medicamento.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Hepatology. 2009 Sep;50(3):697-706. Sept 2009 - The many faces of hepatitis C: liver disease and type 2 diabetes Kerry-Lee Milner 1, Donald Chisholm 1, Jacob George 2 - 1Garvan Institute of Medical Research, University of New South Wales, Sydney, Australia - 2 Storr Liver Unit, Westmead Millennium Institute, University of Sydney, Sydney, Australia


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


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La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



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14/09/2009


La hepatitis C no causa solamente daños en el hígado


Ya es de conocimiento medico que la hepatitis C no solamente causa daños en el hígado, siendo la enfermedad asociada a diversos daños extra-hepáticos. Entre las consecuencias de la hepatitis C el daño extra-hepático de mayor incidencia entre los infectados es conocido como disturbio metabólico.

El disturbio metabólico es provocado por el efecto del virus de la hepatitis C en los lípidos y en el metabolismo de la glucosa, lo que resulta en la formación de depósitos de grasa en el hígado (esteatosis), resistencia a la insulina y diabetes tipo 2, consecuencias comprobadas por varios estudios científicos, quiénes encontraron que entre 19% y 33% de los infectados con hepatitis C desarrollarán diabetes tipo 2 con la progresión del daño hepático, un índice hasta cuatro veces superior al encontrado en la población en general.

El efecto es directamente ligado al virus de la hepatitis C, ya que el disturbio metabólico no acontece con alta frecuencia en os infectados por la hepatitis B. Individuos que logran la cura de la hepatitis C consiguen mejorías en la sensibilidad de la resistencia a la insulina, logrando de esa forma evitar un riesgo mayor en el desarrollo del diabetes.

Aún es desconocido como acontece la acción del virus en el organismo para provocar la resistencia a la insulina precediendo el aparecimiento de la diabetes. La resistencia a la insulina tiene inicio en los músculos, pero el virus de la hepatitis C no queda alojado en los músculos, hecho que desorienta los investigadores.

El aumento de la resistencia a la insulina y la elevación de la glucosa en la sangre aumentan el conocido índice HOMA-IR, un indicador de probables problemas cardíacos para el individuo. Un índice HOMA-IR elevado también es un indicador de progresión de la fibrosis en el hígado.

Concluyen los autores que aunque la hepatitis C provoque daños en el hígado y no en otros órganos, no deben ser ignorados las manifestaciones extra-hepáticas, las cuales a cada día son más bien conocidas. El presente estudio permite una mejor comprensión de la fisiología de la resistencia a la insulina y sus consecuencias en infectados con hepatitis C, colocando interrogantes para la realización de nuevos estudios.

MI COMENTARIO:

No es nada agradable alguien se volver diabético. Un diabético pasa a tener un mayor riesgo de vida más allá de importantes limitaciones en su alimentación, lo que disminuye mucho la calidad de vida.

No existen medicamentos para tratar la resistencia a la insulina, pero si el infectado con hepatitis C mantener su peso ideal (o un poco abajo) seguir una alimentación balanceada, con poca grasa y azucares y, practicar ejercicios físicos aeróbicos por lo menos tres horas y medía por semana (dividido en cinco días), con seguridad estará colaborando en retardar el proceso del aparecimiento de la diabetes. Es más una situación en la que el comportamiento del paciente y más importante que cualquier medicamento.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Hepatology. 2009 Sep;50(3):697-706. Sept 2009 - The many faces of hepatitis C: liver disease and type 2 diabetes Kerry-Lee Milner 1, Donald Chisholm 1, Jacob George 2 - 1Garvan Institute of Medical Research, University of New South Wales, Sydney, Australia - 2 Storr Liver Unit, Westmead Millennium Institute, University of Sydney, Sydney, Australia


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Last updated 13.9.2009