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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

30/11/2009


Esta reportagem e referente à ação aberta pelo Núcleo Ação de Apoio e Defesa aos Direitos das Vitimas da Hepatite C, coordenado por nosso companheiro Luiz de Souza e Silva. O Núcleo Ação e integrante da "AIGA - Aliança Independente dos Grupos de Apoio".

Parabéns a ele pela persistência e determinação. A luta não vai acabar com a mesmice oferecida. Isso é Controle Social!

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM


O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org


Farmacêuticas oferecem acordo a hemofílicos


O Estado de São Paulo - Quinta-Feira, 26 de Novembro de 2009

Laboratórios acusados de vender remédio contaminado propõem até R$ 50 mil a brasileiros; valor causa revolta


Fabiane Leite

Os laboratórios farmacêuticos Baxter, Bayer, Alpha e Armour ofereceram pagar entre R$ 14 mil e R$ 50 mil como indenização a cada um dos cerca de 300 hemofílicos brasileiros que teriam recebido, nos anos 80, medicamentos contaminados pelo HIV e pelo vírus da hepatite C, naquele que é considerado um dos maiores escândalos da indústria farmacêutica. Os casos não teriam ocorrido só no Brasil - os laboratórios são acusados de terem fornecido remédios contaminados a milhares de pacientes em um total de 15 países dos 5 continentes.

Advogados e parte dos pacientes brasileiros atingidos consideram os valores inadequados. Só o tratamento contra hepatite C no País pode custar aos cofres públicos, por paciente, R$ 72 mil ao ano, argumentam doentes.

As empresas divulgaram nesta semana um comunicado mundial sobre o acordo. "As empresas que produzem esses medicamentos concordaram com o acordo, que se refere a circunstâncias que ocorreram há mais de 20 anos, destacando que não tiveram responsabilidade pelo fato. (...) Reafirmam que sempre agiram de forma responsável e ética para fornecer terapias que salvam vidas dos pacientes com hemofilia em todo o mundo", dizem as multinacionais. Os laboratórios argumentam principalmente que as drogas foram produzidas em uma época em que era desconhecida a possibilidade de transmissão do vírus da aids pelo sangue, por exemplo.

No entanto, em 2003, reportagem do jornal norte-americano The New York Times apontou que as empresas sabiam que poderiam estar vendendo produtos contaminados.

Foi um crime contra a humanidade!

Se eu assinar esse acordo, estarei incentivando esses laboratórios a continuar contaminando e matando pessoas. O valor não vai trazer nossa saúde de volta, mas o que foi proposto não significa nada para eles, afirma o livreiro Luiz de Souza e Silva, de 62 anos, que afirma ter contraído hepatite C ao usar os remédios.

Segundo Leonardo Amarante, que representa no Brasil o escritório de advocacia norte-americano Lieff Cabraser, defensor da maior parte dos infectados no País, as empresas se beneficiaram depois que a Justiça daquele país recusou que os processos de brasileiros seguissem nos Estados Unidos. Com isso, afirma, quem não aceitar o que foi oferecido terá de ingressar com processo na Justiça brasileira, com todas as dificuldades inerentes.

"O processo nos EUA está perdido e os valores realmente são baixos. A vida não tem preço, mas é uma proposta que leva em conta o que ocorreu na Justiça norte-americana", afirma Amarante, que se recusou a falar de valores específicos. As indenizações ofertadas já descontam honorários advocatícios e variam em cada país, pois levam em conta a renda média da população.

O publicitário Renato Cunha, de 46 anos, que também processava os laboratórios nos EUA, cobra transparência sobre os valores originalmente ofertados, e as variações em cada País, ainda não comunicados aos doentes. "Não há valor que compense, mas esse é muito pequeno para um caso de contaminação", diz Cunha, que também afirma ter contraído hepatite C. O escritório informou que repassará a prestação de contas com os valores originais do acordo.






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1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!

personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!

A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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30/11/2009


Este reportaje es referente a la acción abierta por el Núcleo Acción de Apoyo y Defensa a los Derechos de las Victimas de la Hepatitis C, coordinado por nuestro compañero Luiz de Souza y Silva. El Núcleo Acción es integrante de la AIGA - Alianza Independiente de los Grupos de Apoyo.

Felicitaciones por la persistencia y determinación. La lucha no va a acabar con el valor ofrecido. ¡Eso es Control Social!

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.
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Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación medica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje desde que citada la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM




Farmacéuticas ofrecen acuerdo a hemofílicos


Periódico O Estado de São Paulo - Jueves, el 26 de noviembre de 2009
Laboratorios acusados de vender remedio contaminado proponen hasta R$ 50 mil (25.000 dólares) a brasileños; valor causa indignación.


Por Fabiane Leite

Los laboratorios farmacéuticos Baxter, Bayer, Alpha y Armour ofrecieron pagar entre R$ 14 mil R$ 50 mil (entre siete y veinte e cinco mil dólares) como indemnización a cada uno de los cerca de 300 hemofílicos brasileños que habrían recibido, en los años 80, medicamentos contaminados por el HIV y por el virus de la hepatitis C, en aquello que es considerado uno de los mayores escándalos de la industria farmacéutica. Los casos no habrían ocurrido solo en Brasil - los laboratorios son acusados de haber suministrado remedios contaminados a millares de pacientes en un total de 15 países de los 5 continentes.

Abogados y parte de los pacientes brasileños alcanzados consideran los valores inadecuados. Solo el tratamiento contra hepatitis C en el País puede costar a los cofres públicos, por paciente, R$ 72 mil (35.000 dólares) al año, argumentan los enfermos.

Las empresas divulgaron esta semana un comunicado mundial sobre el acuerdo. "Las empresas que producen esos medicamentos concordaron con el acuerdo, que se refiere a circunstancias que ocurrieron hace más de 20 años, destacando que no tuvieron responsabilidad por el hecho. (...) Reafirman que siempre actuaron de forma responsable y ética para suministrar terapias que salvan vidas de los pacientes con hemofilia en todo el mundo", dicen las multinacionales. Los laboratorios argumentan principalmente que las drogas fueron producidas en una época en la que era desconocida la posibilidad de transmisión del virus del SIDA por la sangre, por ejemplo.

Sin embargo, en 2003, reportaje del periódico norteamericano The New York Times apuntó que las empresas sabían que podrían estar vendiendo productos contaminados.

¡Fue un crimen contra la humanidad!

Si yo firmo ese acuerdo, estaré incentivando esos laboratorios a continuar contaminando y matando personas. El valor no va a traer nuestra salud de vuelta, pero lo que fue propuesto no significa nada a ellos, afirma el librero Luiz de Souza y Silva, de 62 años, que afirma haber contraído hepatitis C al usar los remedios.

Según Leonardo Amarante, que representa en Brasil el escritorio de abogacía norteamericana Lieff Cabraser, defensor de la mayor parte de los infectados en el País, las empresas se beneficiaron después que la Justicia de aquel país recusó que los procesos de brasileños siguiesen en Estados Unidos. Con eso, afirma, quien no aceptar lo que fue ofrecido tendrá de ingresar con proceso en la Justicia brasileña, con todas las dificultades inherentes.

"El proceso en EEUU está perdido y los valores realmente son bajos. La vida no tiene precio, pero es una propuesta que lleva en cuenta lo que ocurrió en la Justicia norte-americana", afirma Amarante, que se recusó a hablar de valores específicos. Las indemnizaciones ofertadas ya descuentan los honorarios de los abogados y varían en cada país, pues llevan en cuenta la renta media de la población.

El publicitario Renato Cunha, de 46 años, que también procesaba los laboratorios en EEUU, cobra transparencia sobre los valores originalmente ofertados, y las variaciones en cada País, aún no comunicados a los enfermos. "No hay valor que compense, pero lo ofrecido es pequeño para un caso de contaminación", dice Cunha, que también afirma tener contraído hepatitis C. El escritorio de abogados de las empresas farmacéuticas informó que repasará la prestación de cuentas con los valores originales del acuerdo.






Last updated 28.11.2009