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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

12/07/2010


Continuam os bons exemplos no combate as hepatites


Dias passados divulgamos o novo sistema de realização de exames para diagnosticar as hepatites que está sendo implementado na Argentina, na qual o interessado marca o dia e horário realizando um telefonema gratuito.

Devemos destacar que Uruguai, Argentina, Chile e Venezuela já implementaram a vacinação para prevenção da hepatite A em todas as crianças ao fazer 1 ano de idade. Peru e Venezuela estão vacinando 80% da população para evitar a hepatite B e Cuba já vacinou 100% da população.

Agora chega mais uma excelente novidade implementada em Nuevo México, nos Estados Unidos, a qual devido a sua importância acaba de ser publicada na Hepatology. Tratasse de uma iniciativa desenvolvida no Centro de Ciências da Saúde da Universidade de Nuevo México objetivando oferecer atenção médica especializada as populações do interior, sub-atendidas, mediante um inovador modelo educativo de desenvolvimento baseado em equipes multidisciplinares de profissionais médicos.

Aproveitando as facilidades que a internet oferece foi idealizado um sistema de tele atendimento em saúde de última geração para que médicos de comunidades menores possam aplicar corretamente os protocolos de tratamento aproveitando a experiência dos grandes centros médicos. O sistema capacita e dá suporte pela internet aos médicos para desenvolver o conhecimento e a auto-eficácia no atendimento de uma serie de doenças.

Poucos médicos de cidades pequenas ou de zonas rurais possuem conhecimentos ou dispõem de recursos para administrar e aplicar as diversas opções de tratamento, controlar os efeitos adversos e colaterais, a toxicidade dos medicamentos ou o tratamento da depressão induzida pelo tratamento.

O modelo foi criado para auxiliar e ao mesmo tempo capacitar profissionais do interior do país no tratamento da hepatite C, por se tratar de uma doença que pela sua complexidade requer uma equipe multidisciplinar de profissionais de medicina, abrangendo desde especialistas em hepatologia, infectologia, gastroenterologistas, clínicos gerais, de saúde mental, especialistas em atendimento de drogados, nutricionistas, etc.

Anualmente está sendo realizada uma pesquisa qualitativa entre os profissionais para avaliar se o programa de capacitação está progredindo. Os dados iniciais mostram uma melhora significativa no conhecimento dos diversos profissionais e maior satisfação profissional em relação à participação no sistema de atendimento no tratamento da hepatite C, resultando em benefícios importantes para os pacientes.

O projeto teve inicio em 2004 quando ficou comprovado que somente 5% dos aproximadamente 28.000 infectados com hepatite C do estado de Nuevo México não estavam recebendo qualquer tipo de atendimento. Hoje o projeto foi ampliado para atendimento de outras doenças, entre elas asma, psiquiatria, consumo de drogas, dor crônica, diabetes, gravidez de alto risco, HIV/AIDS, reumatologia e obesidade juvenil, resultando na abertura de 255 centros de atendimento somente no estado de Nuevo México, sendo 21 especializados no tratamento da hepatite C.

Concluem os autores do artigo publicado na Hepatology que o sistema aumenta o acesso da população sub-atendida a um atendimento com melhores praticas clínicas, melhora a capacitação e desenvolvimento dos profissionais e amplia a capacidade de atendimento da população mediante a criação de novos centros de tratamento.

Enquanto isso no Brasil continuamos "patinando" no atendimento, ainda falando no "gerúndio". Para avaliar o resultado de ações e promessas é necessário apresentar números, pois somente com a fria apresentação dos números é que pode se saber se realmente existem resultados positivos, que realmente estejam ampliando o atendimento e beneficiando a população. Não é convidando pessoas com passagens grátis para reuni-las numa sala objetivando aplaudir uma bela apresentação de slides coloridos que o infectado é atendido.

No Brasil neste ano de 2010 deverá receber tratamento um máximo de 11.000 pacientes na hepatite C e uns 2.500 na hepatite B, significando que somente 1 de cada 330 infectados com hepatite C receberá tratamento e, na hepatite B, 1 de cada 900 infectados, todos praticamente nas capitais e grandes cidades, ficando praticamente abandonados, sem atenção, os moradores do interior dos estados.

A vacina gratuita da hepatite A para todas as crianças brasileiras ainda e assunto tabu e na vacinação da hepatite B os números ainda são vergonhosos na população de adolescentes entre 11 e 19 anos de idade, onde encontramos que aproximadamente a metade não apresenta proteção pela vacina.

O Brasil foi o primeiro país das Américas a instituir um programa nacional de hepatites, mas os países vizinhos vivem nos surpreendendo e dando belos exemplos que deveríamos copiar, sem pensar em re-inventar a roda.

Em tempo: Alem da publicação no Hepatology, uma descrição de um estudo de caso sobre como funciona o sistema em Novo México pode ser encontrada em http://www.commonwealthfund.org/Content/Newsletters/Quality-Matters/2009/November-December-2009/Case-Study.aspx

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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¡ALERTA!

Enquanto você realiza a leitura deste artigo,
¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo,
1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
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12/07/2010


Continúan los buenos ejemplos en el combate las hepatitis


Días pasados divulgamos el nuevo sistema de realización de rastreo para diagnosticar las hepatitis que está siendo implementado en la Argentina, donde el interesado marca el día y hora realizando una llamada de teléfono gratuita.

Debemos destacar que Uruguay, Argentina, Chile y Venezuela ya implementaron la vacunación para prevención de la hepatitis A en todos los niños al cumplir 1 año de edad. Perú y Venezuela están vacunando 80% de la población para evitar la hepatitis B y Cuba ya vacunó 100% de la población.

Ahora llega más una excelente novedad implementada en Nuevo México, en Estados Unidos, la cual debido a que su importancia acaba de ser publicada en la Hepatology. Tratase de una iniciativa desarrollada en el Centro de Ciencias de la Salud de la Universidad de Nuevo México objetivando ofrecer atención médica especializada a las poblaciones del interior, sub-atendidas, mediante un innovador modelo educativo de desarrollo basado en equipos multidisciplinares de profesionales médicos.

Aprovechando las facilidades que el internet ofrece fue idealizado un sistema de tele servicio en salud de última generación para que médicos de comunidades menores puedan aplicar correctamente los consensos de tratamiento aprovechando la experiencia de los grandes centros médicos. El sistema capacita y da soporte por el internet a los médicos para desarrollar el conocimiento y la auto-eficacia en el servicio de una serie de enfermedades.

Pocos médicos de ciudades pequeñas o de zonas rurales poseen conocimientos o disponen de recursos para administrar y aplicar las diversas opciones de tratamiento, controlar los efectos adversos y secundarios, la toxicidad de los medicamentos o el tratamiento de la depresión inducida por el tratamiento.

El modelo fue criado para auxiliar y al mismo tiempo capacitar profesionales del interior del país en el tratamiento de la hepatitis C, por se tratar de una enfermedad que por su complejidad requiere un equipo multidisciplinar de profesionales de medicina, abarcando desde especialistas en hepatología, infectología, gastroenterología, generalistas, de salud mental, especialistas en servicio de drogadictos, bromatólogos, etc.

Anualmente está siendo realizada una pesquisa cualitativa entre los profesionales para evaluar si el programa de capacitación está progresando. Los datos iniciales muestran una mejora significativa en el conocimiento de los diversos profesionales y mayor satisfacción profesional con relación a la participación en el sistema de tratamiento de la hepatitis C, resultando en beneficios importantes para los pacientes.

El proyecto empezó en 2004 cuando quedó comprobado que solamente 5% de los aproximadamente 28.000 infectados con hepatitis C del estado de Nuevo México no estaban recibiendo cualquier tipo de atención. Hoy el proyecto fue ampliado para servicio de otras enfermedades, entre ellas asma, psiquiatría, consumo de drogas, dolor crónico, diabetes, embarazo de alto riesgo, HIV/SIDA, reumatología y obesidad juvenil, resultando en la apertura de 255 centros de servicio solamente en el estado de Nuevo México, siendo 21 especializados en el tratamiento de la hepatitis C.

Concluyen los autores del artículo publicado en la Hepatology que el sistema aumenta el acceso de la población sub-atendida a un servicio con mejores practicas clínicas, mejora la capacitación y desarrollo de los profesionales y amplía la capacidad de servicio de la población mediante la creación de nuevos centros de tratamiento.

Mientras tanto en Brasil y en otros países se continua "patinando" en la atención a las hepatitis, aún hablando en el "gerundio". Para evaluar el resultado de acciones y promesas es necesario presentar números, pues solamente con la fría presentación de los números es que puede saber si realmente existen resultados positivos, que realmente estén ampliando el servicio y beneficiando la población. No es invitando personas con pasajes gratis para reunirlas en una sala objetivando aplaudir una bella presentación de diapositivas coloridas que el infectado es atendido, como lo hacen muchos gestores públicos.

Por ejemplo, en Brasil en este año de 2010 deberán recibir tratamiento un máximo de 11.000 pacientes en la hepatitis C y unos 2.500 en la hepatitis B, significando que solamente 1 de cada 330 infectados con hepatitis C recibirá tratamiento y, en la hepatitis B, 1 de cada 900 infectados, todos prácticamente en las capitales y grandes ciudades, quedando prácticamente abandonados, sin atención, los moradores del interior de los estados.

La vacuna gratuita de la hepatitis A para todos los niños brasileños todavía es un asunto tabú y en la vacunación de la hepatitis B los números aún son vergonzosos en la población de adolescentes entre 11 y 19 años de edad, donde encontramos que aproximadamente la mitad no presenta protección por la vacuna.

Brasil fue el primer país de Américas a instituir un programa nacional de hepatitis, pero los países vecinos viven nos sorprendiendo y dando bellos ejemplos que deberían ser copiados, sin pensar en inventar la rueda.

En tiempo: completando la publicación en el Hepatology, una descripción de un estudio de caso sobre como funciona el sistema en Nuevo México puede ser encontrada en http://www.commonwealthfund.org/Content/Newsletters/Quality-Matters/2009/November-December-2009/Case-Study.aspx

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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Last updated 11.7.2010