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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

14/12/2009


ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - AIGA
Aliança Brasileira pelos Direitos Humanos e o Controle Social nas Hepatites
Internet: www.aigabrasil.org --- e-mail: aiga@aigabrasil.org


As campanhas informativas das hepatites devem ser monotemáticas ou em conjunto com outras doenças?

Resumo da discussão entre os grupos associados da AIGA


Atingir a população com informações corretas para que possam ser interpretadas pelas pessoas comuns nas campanhas de divulgação das hepatites sempre foi um desafio. A população em geral considera que todas as hepatites e suas conseqüências são iguais, sendo normal que muitos considerem que não podem ter hepatite B ou C porque não bebem álcool ou porque não fazem sexo fora do matrimonio.

O termo hepatite e genérico, significando inflamação do fígado, mas isso não identifica a causa, o que provoca a confusão por parte daqueles menos informados, os quais são maioria na população.

Após nove anos de organizar campanhas, inicialmente no ano 2000 somente sobre a hepatite C, notamos que nos anos seguintes quando incluímos na mesma campanha informações sobre as hepatites A e B, o nível de percepção pela população ficou bem menor, prejudicando os resultados.

Ao se informar que a hepatite A se transmite pela água muitos interpretam que são todas as hepatites que se transmitem pela água. Ao informar que a hepatite B possui vacina, muitos interpretam que todas as hepatites, inclusive a C pode ser prevenida pela vacinação. Quando se informa sobre o "A, B, C, D" das hepatites muitos interpretam que para ter hepatite C é necessário primeiro ter as hepatites A e B.

Outras campanhas para divulgar as hepatites que ao mesmo tempo incluíam a captação de órgãos para transplantes resultaram em resultados pífios na divulgação das hepatites. A visibilidade da mídia foi maior para o assunto transplantes, pois ele e muito mais emotivo e consegue maior destaque. Outros interpretaram que todos os infectados com hepatite estariam necessitando de um transplante de fígado.

Quando formamos a World Hepatitis Alliance a intenção era a de realizar em 19 de maio o dia da hepatite C e, no mês de novembro o dia da hepatite B. Com isso pretendíamos atingir dois públicos diferentes com campanhas especificas para cada um deles, o que considerávamos ser o ideal, mas a Organização Mundial da Saúde alegou que já existem muitas datas das diversas doenças e que somente iriam aprovar um dia para todas as hepatites.

Devido à situação no Brasil com a recente incorporação do programa de hepatites no Departamento DST/AIDS/Hepatites, a AIGA considerou ser muito importante realizar uma discussão entre as ONGs com experiências na realização de campanhas, já que será muito provável que as campanhas passem a ser genéricas, isto é, se falar ao mesmo tempo de AIDS, hepatites e doenças sexualmente transmissíveis.

Os grupos associados à AIGA discutiram durante a semana quais poderiam ser os diferentes cenários e os prováveis resultados com o objetivo de ao fornecer essas informações ao Departamento DST/AIDS/Hepatites para colaborar no planejamento de 2010.

A AIGA - Aliança independente dos Grupos de Apoio e um fórum permanente de discussão entre grupos de apoio. Em 21 de setembro, logo após a incorporação do programa de hepatites no Departamento DST/AIDS/Hepatites, foi enviado um Oficio com 23 perguntas ao Departamento, algumas foram rapidamente respondidas pela Dra. Mariângela, outras aguardam um posicionamento.

Também em diversas estados as ONGs da AIGA estão trabalhando com o ministério público para que as notificações sejam levadas a serio. Este Oficio é a terceira contribuição da AIGA para que em 2010 o ministério da saúde consiga dar o "ponta pé" inicial num verdadeiro ataque que a real dimensão da epidemia das hepatites B e C merece.

Os princípios e a relação das ONGs integrantes da AIGA - Aliança Independente dos Grupos de Apoio e encontrada na página web www.aigabrasil.org

CAMPANHAS DE ALERTA PARA REALIZAÇÃO DO TESTE DIAGNOSTICO

Não existe nenhum problema na realização de campanhas de testagem incluindo diversas patologias. Em geral quem está disposto a realizar um teste de HIV acaba fazendo o das hepatites, sífilis ou qualquer outro que esteja sendo oferecido. Campanhas como a "Fique sabendo" originalmente desenhada para testar HIV podem ser realizadas perfeitamente em conjunto.

CAMPANHAS DE DIVULGAÇÃO DAS HEPATITES B e C

Este tipo de campanha objetiva em principio mostrar o que são as hepatites B e C para conseguir reduzir o estigma e a discriminação que o desconhecimento da doença provoca nos infectados. Por tanto devem ser objetivas e exclusivas para o máximo estas duas hepatites, para não criar confusão na sua compreensão.

CAMPANHAS CONJUNTAS DE DST, AIDS E HEPATITES AUMENTAM O ESTIGMA E A DISCRIMINAÇÃO

Podemos tomar como exemplo os Estados Unidos, onde os programas de DST e drogas injetáveis associaram a hepatite C com o HIV/AIDS. O resultado é catastrófico, pois hoje a percepção da população americana, dos jornalistas e até dos congressistas e que somente pega ou tem hepatite C que é usuário de drogas ou tem HIV/AIDS. É um passo que devemos evitar que aconteça em outros países, pois o estigma e a discriminação sobre os infectados com hepatite C aumentaram consideravelmente.

CAMPANHAS CITANDO "GRUPOS DE RISCO"

É necessário ao se organizar uma campanha saber distinguir o que significa na população "grupo de risco" de "grupo de prevalência'' (ou incidência). A população entende que grupo de risco e formado por pessoas que pertencem a determinadas características de comportamento e por isso são susceptíveis de estarem ou serem infectadas. Mas ao se falar em quem pode estar contaminado deveríamos esclarecer que estamos nos referindo a grupos onde pode ser encontrada uma maior incidência da doença, por exemplo, ter recebido sangue não pode colocar uma pessoa como o de ter um comportamento de risco. Em geral "grupo de risco" e associado a comportamentos de risco, como uso de drogas, múltiplos parceiros sexuais, etc..

A divulgação de estudos informando que a hepatite B e muito alta entre os imigrantes resulta em situações de alta discriminação nesses grupos. Em países da Europa e até nos Estados Unidos os imigrantes são acusados de "importar" a hepatite B, existindo projetos de lei absurdos, como o de não outorgar residência aos infectados. Alguns países árabes expulsam estrangeiros infectados com AIDS ou hepatites e semana passada o governo do Catar aprovou uma lei que obriga a realização de testes de AIDS e hepatites antes do casamento e, caso um dos noivos seja positivo estará impedido de ter filhos.

CAMPANHAS REGIONAIS OU NACIONAIS?

Em relação à hepatite C a campanha pode ser idêntica em todo o país, mas ao se falar na hepatite "D" deveríamos ter material próprio para as regiões de maior prevalência, como Amazonas. A informação em outras regiões não e importante devido à baixa ou nula prevalência.

CAMPANHAS DE PREVENÇÃO

Qual a melhor prevenção?

É indiscutível que na hepatite B a vacinação e o uso de preservativos devem ser sempre enfatizados, mas tanto na hepatite B como na hepatite C também devemos focar para informar aos infectados que eles são responsáveis para evitar transmitir a doença, sendo este um ponto difícil de atingir, já que 95% dos infectados ainda não sabem que estão doentes e nada poderão fazer para evitar a transmissão das hepatites.

A melhor forma de prevenir será identificando onde estão os focos de transmissão. De nada adianta dar conselhos para aqueles que não sabem que estão infectados, sendo pura perda de tempo e recursos.

Uma estratégia seria pensar em campanhas para "prevenir a vida", isto é, ao se descobrir quem este infectado estaremos salvando a perda da saúde dessas pessoas e conhecedoras da sua situação poderão evitar a transmissão a outras pessoas.

RESULTADOS DAS CAMPANHAS JÁ REALIZADAS DE DST/AIDS

A conscientização em relação a AIDS no Brasil e muito boa. Com campanhas permanentes o governo conseguiu esclarecer e alertar, resultando na estruturação do melhor programa de AIDS do mundo, mas o programa não e somente para cuidar da AIDS e sim de todas as doenças sexualmente transmissíveis, sendo reconhecido que nas DST não foram conseguidos os mesmos resultados, pelo contrario, até em algumas delas a situação foi piorando com o passar do tempo.

Não somente a AIDS conseguiu maior destaque, mas perigosamente a AIDS conseguiu os maiores recursos financeiros, tanto em investimento para atendimento como na aquisição de medicamentos ou capacitação de pessoal para atender a população. Ao incluir as hepatites nas campanhas do Departamento DST/AIDS/HEPATITES deverá se atentar para evitar o mesmo erro e as hepatites ficarem como um "subproduto" das campanhas e das verbas totais.

CONCLUSÕES

Os diversos tópicos não são recomendações. Os grupos integrantes da AIGA as realizam para que, dentro do possível, sejam consideradas quando da ocasião de estruturação e desenho das campanhas evitando repetir os erros que ocasionaram serias distorções ao se estudar experiências anteriores, no Brasil e no mundo. As recomendações são universais, para todos os países.

As hepatites se encontram em situação muito diferente da AIDS em relação ao conhecimento da população, em todos os níveis da informação, sendo necessárias a realização de campanhas permanentes, mas devido às características da epidemia elas devem ser regionalizadas, segmentadas, informando separadamente sobre prevenção, transmissão e tratamento, dissociadas de outras doenças e até das diferentes hepatites.

A AIGA - Aliança independente dos Grupos de Apoio encontra no fórum permanente de discussão entre as ONGs a forma simples e direta de ajudar a encontrar soluções que possam melhorar o atendimento a população.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
Presidente da AIGA
e-mail aiga@aigabrasil.org internet www.aigabrasil.org




Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM


O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org



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1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!

personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!

A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - Brasil
Teléfonos: Rio de Janeiro (005521) 4063.4567 - São Paulo (005511) 3522.3154 (de 11.00 a las 15.00 horas)
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14/12/2009


ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - AIGA
Aliança Brasileira pelos Direitos Humanos e o Controle Social nas Hepatites
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¿Las campañas informativas de las hepatitis deben ser monotemáticas o en conjunto con otras enfermedades?

Resumen de la discusión entre los grupos asociados de la AIGA


Alcanzar la población con informaciones correctas para que puedan ser interpretadas por las personas del pueblo en las campañas de divulgación de las hepatitis siempre fue un desafío. La población en general considera que todas las hepatitis y sus consecuencias son iguales, siendo normal que muchos consideren que no pueden tener hepatitis B o C porque no beben alcohol o porque no hacen sexo fuera del matrimonio.

El término hepatitis es genérico, significando inflamación del hígado, pero eso no identifica la causa, lo que provoca la confusión por parte de aquéllos menos informados, quiénes son mayoría en la población.

Después de nueve años de organizar campañas, inicialmente en el año 2000 solamente sobre la hepatitis C, notamos que en los años siguientes cuando incluimos en la misma campaña informaciones sobre las hepatitis A y B, el nivel de percepción por la población quedo bien menor, perjudicando los resultados.

Al se informar que la hepatitis A se transmite por el agua muchos interpretan que son todas las hepatitis que se transmiten por el agua. Al informar que la hepatitis B posee vacuna, muchos interpretan que todas las hepatitis, incluso la C puede ser prevenida por la vacunación. Cuando se informa sobre el "A, B, C, D" de las hepatitis muchos interpretan que para tener hepatitis C es necesario primero tener las hepatitis A y B.

Otras campañas para divulgar las hepatitis que al mismo tiempo incluían la captación de órganos para trasplantes resultaron en resultados malos en la divulgación de las hepatitis.

La visibilidad en los medios de comunicación fue mayor para el asunto trasplantes, pues él es bien más emotivo y logra mayor destaque. Otros interpretaron que todos los infectados con hepatitis estarían necesitando un trasplante de hígado.

Cuando formamos la World Hepatitis Alliance la intención era la de realizar el 19 de mayo el día de la hepatitis C y, en el mes de noviembre el día de la hepatitis B. Con eso pretendíamos alcanzar dos públicos diferentes con campañas específicas para cada una de ellos, lo que considerábamos ser el ideal, pero la Organización Mundial de la Salud alegó que ya existen muchas fechas de las diversas enfermedades y que solamente irían aprobar un día para todas las hepatitis.

Debido a la situación en Brasil con la reciente incorporación del programa de hepatitis en el Departamento DST/SIDA/Hepatitis, la AIGA consideró ser importante discutir el tema entre los grupos de apoyo con experiencia en campañas, ya será muy probable que las campañas pasen a ser genéricas, esto es, se hablar al mismo tiempo de SIDA, hepatitis y enfermedades sexualmente trasmisibles (DST en portugués).

Los grupos asociados a la AIGA discutieron durante la semana cuales podrían ser los diferentes escenarios y los probables resultados con el objetivo de al suministrar esas informaciones al Departamento DST/SIDA/Hepatitis para colaborar en la planificación de 2010.

La AIGA - Alianza independiente de los Grupos de Apoyo es un foro permanente de discusión entre grupos de apoyo. El 21 de septiembre, después de la incorporación del programa de hepatitis en el Departamento DST/ASIDA/Hepatitis, fue enviado un Oficio con 23 preguntas al Departamento, algunas fueron rápidamente respondidas por la Dra. Mariangela, otras aguardan un posicionamiento. También en diversos estados (provincias) las ONGs de la AIGA están trabajando con el ministerio público para que las notificaciones sean llevadas a serio. Éste Oficio es la tercera contribución de la AIGA para que en 2010 el ministerio de la salud logre dar el "punta pie" inicial en un verdadero ataque que la real dimensión de la epidemia de las hepatitis B y C merece.

Los principios y la relación de las ONGs integrantes de la AIGA - Alianza Independiente de los Grupos de Apoyo son encontrados en la página Web www.aigabrasil.org

CAMPAÑAS DE ALERTA PARA REALIZACIÓN DE LA PRUEBA DIAGNOSTICA

No existe ningún problema en la realización de campañas de diagnostico incluyendo diversas patologías. En general quien esté dispuesto a realizar una prueba de HIV acaba haciendo el de las hepatitis, sífilis o cualquiera otro que esté siendo ofrecido. Campañas como la "Quede Sabiendo" originalmente diseñada para testar HIV pueden ser realizadas perfectamente en conjunto.

CAMPAÑAS DE DIVULGACIÓN DE LAS HEPATITIS B y C

Este tipo de campaña objetiva en principio mostrar lo que son las hepatitis B y C para conseguir reducir el estigma y la discriminación que el desconocimiento de la enfermedad provoca nos infectados. Así deben ser objetivas y exclusivas para esas dos hepatitis, evitando criar confusión en su comprensión.

CAMPAÑAS CONJUNTAS DE DST, SIDA Y HEPATITIS AUMENTAN El ESTIGMA Y LA DISCRIMINACIÓN

Podemos tomar como ejemplo Estados Unidos, donde los programas de DST y drogas inyectables asociaron la hepatitis C con el HIV/SIDA. El resultado es catastrófico, pues hoy la percepción de la población americana, de los periodistas y hasta de los congresistas es que solamente pega o tiene hepatitis C quien es usuario de drogas o tiene HIV/SIDA. Es un paso que debemos evitar que acontezca en otros países, pues el estigma y la discriminación sobre los infectados con hepatitis C aumentaron mucho.

CAMPAÑAS CITANDO "GRUPOS DE RIESGO"

Es necesario al se organizar una campaña saber distinguir lo que significa en la población "grupo de riesgo" de "grupo de incidencia. La población entiende qué grupo de riesgo es formado por personas que pertenecen a determinadas características de comportamiento y por eso son susceptibles de que estén o sean infectadas. Pero al se hablar en quien pueda estar infectado deberíamos aclarar que estamos nos refiriendo a grupos donde puede ser encontrada una mayor incidencia de la enfermedad, por ejemplo, haber recibido sangre no puede colocar una persona como la de tener un comportamiento de riesgo. En general "grupo de riesgo" es asociado a comportamientos de riesgo, como uso de drogas, múltiples compañeros sexuales, etc..

La divulgación de estudios informando que la hepatitis B es muy alta entre los inmigrantes resulta en situaciones de alta discriminación en esos grupos. En países de Europa y hasta en Estados Unidos los inmigrantes son acusados de "importar" la hepatitis B, existiendo proyectos de ley absurdos, como el de no otorgar residencia a los infectados. Algunos países árabes expulsan extranjeros infectados con SIDA o hepatitis y semana pasada el gobierno de Catar (Qatar) aprobó una ley que obliga la realización de pruebas de SIDA y hepatitis antes del casamiento y, caso un de los novios sea positivo estará impedido de tener hijos.

¿CAMPAÑAS REGIONALES O NACIONALES?

Con relación a la hepatitis C la campaña puede ser idéntica en todo el país, pero al se hablar en la hepatitis "D" deberíamos tener material propio para las regiones de mayor superioridad, como Amazonas. La información en otras regiones no es importante debido a la baja no nula incidencia.

CAMPAÑAS DE PREVENCIÓN

¿Cuál la mejor prevención? Es indiscutible que en la hepatitis B la vacunación y el uso de preservativos (condones) deben ser siempre enfatizados, pero tanto en la hepatitis B como en la hepatitis C también debemos focalizar para informar a los infectados que ellos son responsables para evitar transmitir la enfermedad, siendo éste un punto difícil de alcanzar, ya que 95% de los infectados en la mayoría de los países aún no saben que están enfermos y nada podrán hacer para evitar la transmisión de las hepatitis.

La mejor forma de prevenir será identificando donde están los focos de transmisión. De nada adelanta dar consejos para aquéllos que no saben que están infectados, siendo pura pérdida de tiempo y recursos.

Una estrategia sería pensar en campañas para "prevenir la vida", esto es, al se descubrir quien éste infectado estaremos salvando la pérdida de la salud de ésas personas y conocedoras de su situación podrán evitar la transmisión a otras personas.

RESULTADOS DE LAS CAMPAÑAS YA REALIZADAS DE DST/SIDA

La concienciación con relación el SIDA en Brasil es muy buena. Con campañas permanentes el gobierno logró aclarar y alertar, resultando en la estructuración del mejor programa de SIDA del mundo, pero el programa no es solamente para cuidar del SIDA y sí de todas las enfermedades sexualmente transmisibles, siendo reconocido que en las enfermedades sexualmente transmisibles no fueron logrados los mismos resultados, por lo contrario, hasta en algunas de ellas la situación fue empeorando a lo largo del tiempo.

No solamente el SIDA logró mayor destaque, pero peligrosamente el SIDA consiguió los mayores recursos financieros, tanto en inversión para servicio como en la adquisición de medicamentos o capacitación de personal para atender la población. Al incluir las hepatitis en las campañas del Departamento DST/SIDA/HEPATITES deberá se atentar para evitar el mismo error y las hepatitis queden como un "subproducto" de las campañas y de los recursos totales.

CONCLUSIONES

Los diversos tópicos no son recomendaciones. Los grupos integrantes de la AIGA las realizan para que, dentro de lo posible, sean consideradas cuando de la ocasión de estructuración y diseño de las campañas evitando repetir los errores que ocasionaron serías distorsiones al se estudiar experiencias anteriores, en Brasil y en el mundo. Las recomendaciones son universales, para todos los países.

Las hepatitis se encuentran en situación muy diferente del SIDA con relación al conocimiento de la población, en todos los niveles de la información, siendo necesarias la realización de campañas permanentes, pero debido a las características de la epidemia ellas deben ser regionalizadas, segmentadas, informando separadamente sobre prevención, transmisión y tratamiento, disociadas de otras enfermedades y hasta de las diferentes hepatitis.

La AIGA - Alianza independiente de los Grupos de Apoyo encuentra en el foro permanente de discusión entre las ONGs la forma simple y franca de ayudar a encontrar soluciones que puedan mejorar el servicio la población.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo
Presidente da AIGA
e-mail aiga@aigabrasil.org internet www.aigabrasil.org




Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.
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Last updated 13.12.2009