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18/01/2010


China recorre a plasma sangüíneo para tratamento das doenças infecciosas


China começou a tratar pacientes severamente infectados de gripe suína (gripe H1N1) com plasma sangüíneo doado por pacientes que curaram a doença, um tratamento experimental que ainda não demonstrou sua eficácia, mas que parece ter potencial para salvar vidas.

Em muitas regiões da China, centros de doação de sangue obtêm o plasma de indivíduos com um alto nível de anticorpos contra a gripe suína em seu sangue. Essas pessoas se recuperaram da doença espontaneamente ou foram vacinadas contra o vírus. O plasma está sendo armazenado para realizar transfusões a pacientes em estado crítico.

O tratamento se apóia na idéia de que transferir anticorpos pode ajudar a um paciente a enfrentar o vírus e recuperar-se com mais rapidez. Os anticorpos estariam atuando como uma força combativa do sistema imune.

A mesma terapia do plasma também se usa, na China, para tratar a hepatite B, a raiva, e outras doenças infecciosas, mas ainda não existem estudos científicos publicados que confirmem a sua efetividade.

A Organização Mundial da Saúde não recomenda a prática porque se está avaliando sua segurança e efetividade. Qualquer terapia que inclui transfusões de sangue supõe o risco de novas infecções de diversas doenças, como a AIDS, a hepatite ou a sífilis. É alguns pacientes poderiam desenvolver reações alérgicas.

Entretanto, provas realizadas em casos de gripe aviar e no Síndrome Respiratória Agudo Severo (conhecido como SARS, por suas siglas em inglês) em 2002 e 2003 mostraram resultados prometedores com o uso do plasma em pacientes recuperados dessas doenças.

A resistência a medicamentos antivirais como o Tamiflu gerou interesse em outras terapias, especialmente em situações de pandemia onde as unidades de cuidados intensivos ficam lotadas de casos críticos.

Não foi informado quantos chineses receberam o tratamento experimental. Os meios de comunicação reportaram que ao menos 10 pacientes foram tratados, incluídos uma criança e uma mulher grávida.

Entrevistada por jornalistas a microbióloga Guan Yi, da Universidade de Hong Kong, que foi uma das autoras de um estudo publicado na Revista de Medicina de Nova a Inglaterra em 2007, sobre um paciente de gripe aviar que se recuperou com rapidez após ter sido tratado com plasma disse: "Acredito que é uma boa estratégia'', disse Guan. Em casos críticos o vírus penetra nos pulmões e se multiplica em grandes quantidades, os quais não podem ser controladas pelo Tamiflu. "A melhor forma de tratar a pacientes graves é com anticorpos neutralizados, os quais só podem encontrar-se em gente que aceitou ser vacinada ou em plasma convalescente'', disse Guan.

MEU COMENTÁRIO:

Em principio uma loucura total, mas se essa forma de tratamento desse certo seria formidável.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
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18/01/2010


China recurre a plasma sanguíneo para tratamiento de las enfermedades infecciosas


China empezó a tratar pacientes severamente infectados de gripe porcina (gripe H1N1) con plasma sanguíneo donado por pacientes que curaron la enfermedad, un tratamiento experimental que aún no demostró su eficacia, pero que parece tener potencial para salvar vidas.

En muchas regiones de China, centros de donación de sangre obtienen el plasma de individuos con un alto nivel de anticuerpos contra la gripe porcina en su sangre. Esas personas se recuperaron de la enfermedad espontáneamente o fueron vacunadas contra el virus. El plasma está siendo almacenado para realizar transfusiones a pacientes en estado crítico.

El tratamiento se apoya en la idea de que transferir anticuerpos puede ayudar a un paciente a enfrentar el virus y recuperarse con más rapidez. Los anticuerpos estarían actuando como una fuerza combativa del sistema inmune.

La misma terapia del plasma también se usa, en China, para tratar hepatitis B, la rabia, y otras enfermedades infecciosas, pero aún no existen estudios científicos publicados que confirmen su efectividad.

La Organización Mundial de la Salud no recomienda la práctica porque se está evaluando su seguridad y efectividad. Cualquier terapia que incluye transfusiones de sangre supone el riesgo de nuevas infecciones de diversas enfermedades, como el SIDA, la hepatitis o la sífilis. También algunos pacientes podrían desarrollar reacciones alérgicas.

Pruebas realizadas en casos de gripe aviar y en el Síndrome Respiratorio Agudo Severo (conocido como SARS, por sus siglas en inglés) en 2002 y 2003 mostraron resultados prometedores con el uso del plasma en pacientes recuperados de ésas enfermedades.

La resistencia a medicamentos antivirales como el Tamiflu engendró interés en otras terapias, especialmente en situaciones de pandemia donde las unidades de cuidados intensivos quedan atolladas de casos críticos.

No fue informado cuántos chinos recibieron el tratamiento experimental. Los medios de comunicación reportaron que al menos 10 pacientes fueron tratados, incluidos un niño y una mujer embarazada.

Entrevistada por periodistas la microbióloga Guan Yi, da Universidad de Hong Kong, que fue una de las autoras de un estudio publicado en la Revista de Medicina de Nueva Inglaterra en 2007, sobre un paciente de gripe aviar que se recuperó con rapidez después de haber sido tratado con plasma dijo: "Creo que es una buena estrategia'', dijo Guan. En casos críticos el virus penetra en los pulmones y se multiplica al por mayor, cuando no pueden ser controlados por el Tamiflu. "La mejor forma de tratar a pacientes graves es con anticuerpos neutralizados, quiénes solo pueden encontrarse en gente que aceptó ser vacunada o en plasma convaleciente'', dijo Guan.

MI COMENTARIO:

En principio una locura total, pero si esa forma de tratamiento da cierto sería formidable.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






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Last updated 17.1.2010