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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
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02/10/2009


O Trio Mortal


Durante o Congresso Internacional de AIDS na Ásia e no Pacifico, que aconteceu no mês passado, participantes e ativistas solicitaram maiores esforços para enfrentar "O Trio Mortal" formado pela combinação das epidemias de HIV/AIDS, tuberculose e hepatite C.

As três doenças, quando separadas, possuem tratamentos efetivos que controlam a progressão e até a cura. Isto é possível na tuberculose e na hepatite C, mas quando alguém se infecta com mais de uma dessas doenças a situação complica e o quadro se torna grave e difícil de tratar.

O alerta desesperado chega, até tardio, porque é estimado que aproximadamente 30% dos infectados com HIV/AIDS já se encontram infectados com à hepatite C ou a tuberculose, passando a ser as duas principais causas de mortes das pessoas infectadas pela AIDS.

O tratamento com o coquetel antirretroviral transformou a AIDS de doença letal para doença crônica, permitindo que as pessoas possam conviver com a doença, mas a utilização dos medicamentos prejudica o fígado e diminui as defesas, tornando-os presas fáceis se estiverem co-infectados com tuberculose ou hepatite C. Para evitar danos maiores é urgente que todos os indivíduos HIV positivos sejam testados para tuberculose e hepatites.

O número de brasileiros infectados com tuberculose ou hepatites B ou C é medido em milhões, números que superam em mais de dez vezes os infectados pelo HIV. O maior problema é a não identificação de quem está infectado, possibilitando a disseminação descontrolada dessas doenças rapidamente na população. Estudos mostram o crescimento das epidemias, principalmente, devido a que uma pessoa com tuberculose pode infectar outras 15 durante o curso da doença, que a hepatite B se transmite sexualmente com uma facilidade até 100 vezes maior que o HIV e que a hepatite C em caso de compartilhamento de instrumentos contaminados possui 85% de possibilidade de cronificação.

Os infectados com HIV/AIDS e os gestores da saúde devem tomar consciência que existe uma formula matemática que demonstra o perigo da hepatite C, a qual foi colocada por ativistas na entrada do congresso para alertar a comunidade HIV positiva: "Hepatite C + Silencio = Morte"

"O Trio Mortal" se alimenta de carências no sistema público de saúde, do desconhecimento da população, da pobreza, da desnutrição, da falta de acesso a educação, da falta de profissionais de saúde com os conhecimentos suficientes, de comportamentos de risco e de programas pouco eficazes para enfrentar as epidemias.

Acrescentando a tudo isso a não realização de campanhas de detecção dos casos de hepatites e tuberculose complica ainda mais a situação. Quando a hepatite C e a tuberculose é diagnosticada precocemente a possibilidade de cura é excelente.

"O Trio Mortal" já está trabalhando, silenciosamente, e, de forma unida, continua ganhando força. É o momento dos movimentos sociais da AIDS, da Tuberculose e da Hepatite juntar forças para combater um inimigo comum. Por enquanto "O Trio Mortal" está ganhando a batalha, é necessário enfrentá-lo para não perder a guerra.

Na Indonésia os ativistas utilizaram o símbolo da AIDS para alertar sobre as três doenças, mas formado por balões na cor vermelha para mostrar que o perigo já está presente.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!

personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!

A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



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02/10/2009


El Trío Mortal


Durante el Congreso Internacional de SIDA en Asia y Pacifico, que aconteció en el mes pasado, participantes y activistas pidieron mayores esfuerzos para enfrentar "El Trío Mortal" formado por la combinación de las epidemias de HIV/SIDA, tuberculosis y hepatitis C.

Las tres enfermedades, cuando separadas, poseen tratamientos efectivos que controlan la progresión y aun la cura. Esto es posible en la tuberculosis y en la hepatitis C, pero cuando alguien se infecta con más de una de ésas enfermedades la situación complica y el cuadro se vuelve grave y difícil de tratar.

El alerta desesperado llega, hasta tardío, porque es estimado que aproximadamente 30% de los infectados con HIV/SIDA ya se encuentran infectados con la hepatitis C o la tuberculosis, pasando a ser las dos principales causas de muertes de las personas infectadas por el SIDA.

El tratamiento con el cóctel de medicamentos transformó el SIDA de enfermedad letal para enfermedad crónica, permitiendo que las personas puedan convivir con la enfermedad, pero la utilización de los medicamentos perjudica el hígado y disminuye las defensas, tornándolos presas fáciles si están co-infectados con tuberculosis o hepatitis C. Para evitar daños mayores es urgente que todos los individuos HIV positivos sean testados para tuberculosis y hepatitis.

El número de individuos infectados con tisis o hepatitis B o C es medido en millones, números que superan en más de diez veces los infectados por el HIV. El mayor problema es la no identificación de quien esté infectado, posibilitando la diseminación sin control de ésas enfermedades rápidamente en la población. Estudios muestran el crecimiento de las epidemias, principalmente, debido a que una persona con tuberculosis puede infectar otras 15 durante el curso de la enfermedad, que la hepatitis B se transmite sexualmente con una facilidad hasta 100 veces mayor que el HIV y que la hepatitis C en caso de compartimiento de instrumentos infectados posee 85% de posibilidad de cronificación.

Los infectados con HIV/SIDA y los gestores de la salud deben tomar conciencia que existe una formula matemática que demuestra el peligro de la hepatitis C, la cual fue puesta por activistas en la entrada del congreso para alertar la comunidad HIV positiva: "Hepatitis C + Silencio = Muerte"

"El Trío Mortal" se alimenta de carencias en el sistema público de salud, del desconocimiento de la población, de la pobreza, de la desnutrición, de la falta de acceso a la educación, de la falta de profesionales de salud con los conocimientos suficientes, de comportamientos de riesgo y de programas poco eficaces para enfrentar las epidemias.

Añadiendo a todo eso la no realización de campañas de detección de los casos de hepatitis y tuberculosis complica aún más la situación. Cuando la hepatitis C y la tuberculosis es diagnosticada de forma precoz la posibilidad de cura es excelente.

"El Trío Mortal" ya está trabajando, silenciosamente, y, de forma unida, continúa ganando fuerza. Es el momento de los movimientos sociales del SIDA, de la Tuberculosis y de la Hepatitis juntar fuerzas para combatir un enemigo común. Por ahora "El Trío Mortal" está ganando la batalla, es necesario enfrentarlo para no perder la guerra.

En la Indonesia los activistas utilizaron el símbolo del SIDA para alertar sobre las tres enfermedades, pero formado por globos en el color rojo para mostrar que el peligro ya está presente.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.
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Last updated 2.10.2009