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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
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07/06/2010


Explicando os motivos da renuncia da World Hepatitis Alliance- WHA


Em 2 de novembro de 2009 apresentei minha renuncia da vice-direção da World Hepatitis Alliance- WHA e, conforme acordo de cavaleiros, que nada colocaria publicamente antes do final de maio para não prejudicar qualquer decisão na Organização Mundial da Saúde, explico a seguir, passados mais de seis meses, os principais motivos para minha renuncia e, também, minha discordância quanto aos rumos que a World Hepatitis Alliance está seguindo atualmente, ficando a cada dia mais distante do objetivo inicial.

No dia a dia a World Hepatitis Alliance se distancia dos objetivos da sua fundação, passando a ignorar as ONGs associadas e dando total poder a agencia de publicidade. Um e-mail enviado em 01 de setembro de 2009 pela World Hepatitis Alliance a todas as ONGs informava que “O que e importante destacar e que o representante da região não tem poder executivo nenhum – ou seja, o papel desses agentes não e de exercer controle sobre suas atividades”, com tal atitude ficou totalmente desprestigiada e desmoralizada a atuação dos vice-diretores, passando a serem figuras decorativas. Atualmente cada região tem um funcionário da agencia de publicidade contratada para cuidar desses contatos. No caso da America Latina foi designada a secretária da World Hepatitis Alliance.

Em novembro de 2009 ao chegar ao congresso americano de fígado (AASLD 2009) fiquei apavorado ao ver que no stand da World Hepatitis Alliance somente existiam pessoas da agencia de propaganda (o mesmo aconteceu no congresso europeu EASL 2010 em abril, em Áustria). As ONGs da região não foram convidadas a participar sequer como voluntarias para trabalhar no stand confirmando com essa atitude que estávamos totalmente errados e distanciados cada vez mais dos grupos de apoio que teoricamente deveríamos agrupar.

Também, o painel de 12 especialistas de reconhecimento internacional, sempre citado como avalista das ações, nunca foi convocado ou sequer consultado em qualquer questão referente às diretrizes que a World Hepatitis Alliance deveria seguir, seja nos objetivos ou na redação das informações divulgadas ou na estruturação de campanhas.

Durante dois anos de atividades da World Hepatitis Alliance sempre solicitei que sejam apresentadas publicamente na internet contas detalhadas dos recursos obtidos dos patrocinadores com a correspondente prestação de contas, da forma mais detalhada possível, discriminando cada evento ou ação realizada, seja diretamente ou por contratação de serviços de terceiros indicando o valor de cada uma delas, especificando o valor das passagens de avião de forma individual de cada membro, hotéis, diárias, despesas nominais de cada viagem, etc.. Nada consegui até minha renuncia, com o qual discordo totalmente.

Hoje vejo com tristeza que a página Web da World Hepatitis Alliance está somente em inglês e que qualquer contato deve ser realizado com eles já que não consta relação alguma de ONGs e de seus contatos regionais. A World Hepatitis Alliance perdeu o rumo e transformo-se em mais uma ONG de hepatites.

Esses são os principais motivos que discordo frontalmente, totalmente contrários a minha conduta nos 12 anos de luta pelas hepatites, motivos pelos quais apresentei minha renuncia em caráter irrevogável do cargo de Vice-diretor para America Latina, ficando isento de qualquer responsabilidade futura nas ações da World Hepatitis Alliance. O texto entregue na ocasião pode ser lido (em inglês) em www.hepato.com/p_geral/renuncia_wha.html

No dia 13 de maio de 2010, o Grupo Otimismo solicitou a desfiliação da World Hepatitis Alliance, não fazendo mais parte da mesma.


Não como justificativa, mas considero justo e oportuno colocar alguns pontos que considero positivos referentes à minha atuação:

1 - Ajudei a formar a World Hepatitis Alliance da qual participei ativamente durante pouco mais de dois anos, objetivando reunir associações de pacientes do mundo todo. Lamentavelmente o objetivo não foi plenamente alcançado. Menos de 200 ONGs participam até o final de 2009, sendo que a área da America Latina por mim coordenada conseguiu reunir um terço dos grupos associados;

2 – O dia 19 de maio começou a ser realizado por um pequeno número de grupos do Brasil no ano 2001. Lamentavelmente a World Hepatitis Alliance sempre ocultou tal fato, tomando a data como um mérito próprio;

3 – Foi America Latina, mais precisamente o trabalho realizado perante o Ministério da Saúde do Brasil pelas ONGs brasileiras, o país que aceitou apresentar a resolução na Organização Mundial da Saúde para que o dia 19 de maio seja declarado o Dia Mundial da Hepatite. Não fosse o trabalho das ONGs do Brasil não teria sido apresentada nenhuma proposição na Organização Mundial da Saúde para a assembléia geral de 2009;

4 – Foi por iniciativa de grupos da região que a Organização Pan-americana da Saúde, apóia a criação da data, sendo este o único organismo regional da OMS que se manifestou positivamente em 2009;

5 – Brasil representou entre 40% e 50% no número de eventos realizados em maio de 2009 no mundo todo e, também, na repercussão na mídia, muito mais que qualquer outro país ou região do planeta.

Agradeço a todos, portadores, ONGs, Sociedades Médicas, fabricantes de medicamentos, médicos, pesquisadores e gestores públicos que durante esses dois anos de atuação na World Hepatitis Alliance contribuíram para fazer da America Latina um exemplo para o mundo.

Continuarei tal qual nos últimos doze anos, com meu trabalho no Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite. Desejo sucesso as futuras ações da World Hepatitis Alliance.


SOBRE A RESOLUÇÃO DA OMS E O DIA MUNDIAL DA HEPATITE


A OMS decretou o dia 28 de julho como o dia mundial da hepatite. Uma data imposta, sem levar em consideração o 19 de maio (desde o ano 2001) ou o 1° de outubro (criado por grupos da Europa em 2005), que eram as datas já consolidadas. Quando no mês de janeiro a China foi contra o dia 19 de maio a World Hepatitis Alliance não consultou as ONGs para saber se aceitavam tal data ou se era conveniente para todos.

Foi uma pena a resolução da OMS, limitada a fixar a data sem estabelecer metas e ou um cronograma de ações a realizar pelos países, tal qual o fez na resolução aprovada no mesmo dia que trata sobre consumo de bebidas alcoólicas, onde existem 10 proposições efetivas, como aumento de impostos, restrições a publicidade etc.. A resolução das hepatites ao receber criticas na assembléia geral ficou a critério de cada país. Nenhuma das 12 metas propostas, pelas quais lutamos por mais de dois anos, consta na resolução.

O Grupo Otimismo não abandonará suas raízes históricas e continuará a realizar atividades no dia 19 de maio para a hepatite C e no dia 1° de outubro (em homenagem aos grupos da Europa) para hepatite B, participando também de toda e qualquer outra atividade que venha a ser realizada em qualquer data, pois as hepatites merecem campanhas nos 365 dias do ano.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
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O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org


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1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

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07/06/2010


Explicando los motivos de la renuncia de la World Hepatitis Alliance- WHA


El 2 de noviembre de 2009 presenté mí renuncia de la vice-dirección de la World Hepatitis Alliance- WHA y, conforme acuerdo de caballeros, que nada colocaría públicamente antes del final de mayo para no perjudicar cualquier decisión en la Organización Mundial de la Salud, explico a continuación, pasados más de seis meses, los principales motivos para la renuncia y, también, mi discordancia en cuanto a los rumbos que la World Hepatitis Alliance está siguiendo actualmente, quedando a cada día más distante del objetivo inicial.

En el día a día la World Hepatitis Alliance se distancia de los objetivos de su fundación, pasando a ignorar las ONGs asociadas y dando total poder a la agencia de publicidad. Un e-mail enviado el 01 de septiembre de 2009 por la World Hepatitis Alliance a todas las ONGs informaba que “Es importante destacar que el representante de la región no tiene poder ejecutivo ninguno – o sea, el papel de ésos agentes no es el de ejercer control sobre sus actividades”, con tal actitud quedó totalmente desprestigiada y desmoralizada la actuación de los vice-directores, pasando a ser figuras decorativas. Actualmente cada región tiene un funcionario de la agencia de publicidad contratada para cuidar de esos contactos. En el caso de la America Latina fue designada la secretaria de la World Hepatitis Alliance.

En noviembre de 2009 al llegar al congreso americano de hígado (AASLD 2009) me quedé asustado al ver que en el stand de la World Hepatitis Alliance solamente existían personas de la agencia de propaganda (lo mismo aconteció en el congreso europeo EASL 2010 en abril, en Austria). Las ONGs de la región no fueron convidadas a participar siquiera como voluntarias para trabajar en el stand confirmando con esa actitud que estábamos totalmente errados y distanciados cada vez más de los grupos de apoyo que teóricamente deberíamos agrupar.

También, el panel de 12 especialistas de reconocimiento internacional, siempre citado como avalista de las acciones, nunca fue convocado o siquiera consultado en cualquier cuestión referente a las directrices que la World Hepatitis Alliance debería seguir, sea en los objetivos o en la redacción de las informaciones divulgadas o en la estructuración de campañas.

Durante dos años de actividades de la World Hepatitis Alliance siempre solicité que sean presentadas públicamente en el internet cuentas detalladas de los recursos obtenidos de los patrocinadores con la correspondiente prestación de cuentas, de la forma más detallada posible, discriminando cada evento o acción realizada, sea directamente o por contratación de servicios de terceros indicando el valor de cada una de ellas, especificando el valor de los pasajes de avión de forma individual de cada miembro, hoteles, diarias, gastos nominales de cada viaje, etc.. Nada conseguí hasta mí renuncia, con lo cual discuerdo totalmente.

Hoy veo con tristeza que la página Web da World Hepatitis Alliance está solamente en inglés y que cualquier contacto debe ser realizado con ellos ya que no consta relación alguna de ONGs y de sus contactos regionales. La World Hepatitis Alliance perdió el rumbo y se transformo en más una ONG de hepatitis.

Ésos son los principales motivos que discuerdo frontalmente, totalmente contrarios a mi conducta en los 12 años de lucha por las hepatitis, motivos por los cuales presenté mí renuncia en carácter irrevocable del cargo de Vice-director para America Latina, quedando exentado de cualquier responsabilidad futura en las acciones de la World Hepatitis Alliance. El texto entregue en la ocasión puede ser leído (en inglés) en www.hepato.com/p_geral/renuncia_wha.html

En el día 13 de mayo de 2010, el Grupo Optimismo solicitó la desafiliación de la World Hepatitis Alliance, no haciendo más parte de la misma.


No como justificativa, pero considero justo y oportuno colocar algunos puntos que considero positivos referentes a mi actuación:

1 - Ayudé a formar la World Hepatitis Alliance de la cual participé activamente durante poco más de dos años, objetivando reunir asociaciones de pacientes del mundo todo. Lamentablemente el objetivo no fue plenamente alcanzado. Menos de 200 ONGs participan hasta el final de 2009, siendo que el área de la America Latina por mí coordenada logró reunir un tercio de los grupos asociados;

2 – El día 19 de mayo empezó a ser realizado por un pequeño número de grupos de Brasil en el año 2001. Lamentablemente la World Hepatitis Alliance siempre ocultó tal hecho, tomando la fecha como un mérito propio;

3 – Fue America Latina, más precisamente el trabajo realizado en el Ministerio de la Salud de Brasil por las ONGs brasileñas, el país que aceptó presentar la resolución en la Organización Mundial de la Salud para que el día 19 de mayo sea declarado el Día Mundial de la Hepatitis. No fuese el trabajo de las ONGs Brasil no habría presentado ninguna proposición en la Organización Mundial de la Salud para la asamblea general de 2009;

4 – Fue por iniciativa de grupos de la región que la Organización Panamericana de la Salud, apoya la creación de la fecha, siendo éste el único organismo regional de la OMS que se manifestó positivamente en 2009;

5 – Brasil representó entre 40% y 50% en el número de eventos realizados en mayo de 2009 en el mundo todo y, también, en la repercusión en el medios de comunicación, mucho más que cualquiera otro país o región del planeta.

Agradezco a todos, portadores, ONGs, Sociedades Médicas, fabricantes de medicamentos, médicos, investigadores y gestores públicos que durante ésos dos años de actuación en la World Hepatitis Alliance contribuyeron para hacer de la America Latina un ejemplo para el mundo.

Continuaré tal cual en los últimos doce años, con mi trabajo en el Grupo Optimismo de Apoyo al Portador de Hepatitis. Deseo suceso a las futuras acciones de la World Hepatitis Alliance.


SOBRE LA RESOLUCIÓN DE LA OMS Y El DÍA MUNDIAL DE LA HEPATITIS


La OMS decretó el día 28 de julio como el día mundial de la hepatitis. Una fecha impuesta, sin llevar en consideración el 19 de mayo (desde el año 2001) o el 1° de octubre (criado por grupos de Europa en 2005), que eran las fechas ya consolidadas. Cuando en el mes de enero China fue contra el día 19 de mayo la World Hepatitis Alliance no consultó las ONGs para saber se aceptaban tal fecha o si era conveniente para todos.

Fue una pena la resolución de la OMS, limitada a fijar la fecha sin establecer metas y o un cronograma de acciones a realizar por los países, tal cual lo hizo en la resolución aprobada el mismo día que trata sobre consumo de bebidas alcohólicas, donde existen 10 proposiciones efectivas, como aumento de impuestos, restricciones la publicidad etc.. La resolución de las hepatitis al recibir críticas en la asamblea general se quedó a criterio de cada país. Ninguna de las 12 metas propuestas, por las cuales luchamos por más de dos años, consta en la resolución.

El Grupo Optimismo no abandonará sus raíces históricas y continuará a realizar actividades en el día 19 de mayo para la hepatitis C y en el día 1° de octubre (en homenaje a los grupos de Europa) para hepatitis B, participando también de toda y cualquiera otra actividad que venga a ser realizada en cualquier fecha, pues las hepatitis merecen campañas en los 365 días del año.


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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Last updated 5.6.2010