Texto en Español al final - Apriete aquí


GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

27/01/2010


Hepatite C - Tratamentos pelo SUS previstos para 2010
Uma analise dos dados


Realizando uma analise dos últimos três anos na quantidade de pacientes tratados de hepatite C atendidos no sistema público de saúde no Brasil, o SUS, e, confrontando os dados com a previsão de entrega de medicamentos para o primeiro trimestre de 2010 é perfeitamente possível projetar os dados e assim poder estimar o que acontecerá no ano de 2010 no atendimento aos infectados com hepatite C.

Caso seja cumprida a previsão de tratamentos que estão sendo ofertados, o ano de 2010 permitirá que aproximadamente 11.555 pacientes recebam tratamento com interferon peguilado e 1.860 pacientes sejam tratados com o interferon convencional, representando uma promessa de aumento entre 7% e 10% no número de pacientes beneficiados em relação ao ano de 2009. Os dados apresentados são referentes pura e exclusivamente a pacientes tratados gratuitamente no SUS, não incluindo tratamentos particulares, estimados em aproximadamente 4.000 tratamentos por ano.

A tabela seguinte mostra a quantidade prevista de medicamentos distribuída a cada estado para o primeiro trimestre do ano de 2010, na coluna a seguir o número de pacientes que estarão em tratamento com cada interferon e, como forma de checar a informação, na última coluna e informado o número de cápsulas de ribavirina que estarão sendo distribuídas.

PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2010 - MEDICAMENTOS DISTRIBUIDOS
PACIENTES EM TRATAMENTO EFETIVO

ESTADO

FRASCOS

PEGUILADO

PACIENTES

TRATADOS

FRASCOS

CONVENCIONAL

PACIENTES

TRATADOS

TOTAL DE PACIENTES

CAPSULAS

RIBAVIRINA

ACRE

1.906

146

137

4

150

59.262

ALAGOAS

669

51

36

1

52

27.300

AMAZONAS

736

57

47

1

58

23.190

AMAPÁ

120

9

0

0

9

3.600

BAHIA

2.075

160

1.031

26

186

103.061

CEARÁ

913

70

162

4

74

33.015

DISTRITO FEDERAL

1.029

80

432

11

91

29.200

ESPÍRITO SANTO

1.010

78

208

5

83

28.000

GOÍAS

1.879

146

1.200

31

177

81.800

MARANHÃO

510

39

236

6

45

29.179

MINAS GERAIS

7.093

546

486

13

559

215.316

MATO GROSSO DO SUL

824

63

465

12

75

33.544

MATO GROSSO

472

36

99

8

44

22.176

PARÁ

1.229

95

701

18

113

0

PARAÍBA

459

35

0

0

35

19.350

PERNAMBUCO

1.277

99

70

2

101

0

PIAUÍ

184

14

36

1

15

7.038

PARANÁ

4.402

339

232

6

345

156.270

RIO DE JANEIRO

6.060

466

2.202

56

522

211.711

RIOO GRANDE DO NORTE

67

5

56

2

7

41.740

RONDÔNIA

7

1

86

2

3

0

RORAIMA

0

0

86

2

2

0

RIO GRANDE DO SUL

11.367

874

11.891

305

1.179

0

SANTA CATARINA

2.731

210

2.660

68

278

94.611

SERGIPE

69

5

144

4

9

0

SÃO PAULO

68.286

5.252

10.095

258

5.510

2.207.286

TOCANTINS

154

12

43

1

13

3.870

TOTAL BRASIL

115.546

8.888

32.841

847

9.735

3.430.519


CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS SOBRE A INTERPRETAÇÃO DA TABELA:

1 - Poderão acontecer variações nas quantidades devido à falta de requisição ou de prestação de contas de algumas secretarias estaduais da saúde, mas elas pouco afetarão o resultado final, já que os seis principais estados, representando 86% do consumo apresentam dados corretos. Não será a desculpa de estados que tratam uma meia dúzia de pacientes, vir a reclamar que na realidade estão tratando uma dúzia, pois isso em nada altera o quadro geral.

2 - Cinco estados, pela ordem, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná realizarão 8.115 tratamentos no primeiro trimestre, representando 83,35% do total de pacientes em tratamento no Brasil. São Paulo consegue tratar 52,4% do total de pacientes do Brasil.

3 - Em contraste, doze estados somente conseguem oferecer tratamento a 292 pacientes, representando 3% do total de tratamentos, sendo que a população esses estados representam 17% da população brasileira. Os estados: Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhão, mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia, Sergipe e Tocantins.

4 - A população dos cinco estados que mais tratam pacientes e de 99 milhões de pessoas. Um em cada 12.200 habitantes da região recebe tratamento para hepatite C. Na região dos 12 estados que menos tratam a população e de 31.800.000. Um em cada 126.190 habitantes recebe tratamento.

5 - A desigualdade no acesso ao tratamento e de 10 para 1 ao se comparar as duas regiões analisadas nos parágrafos anteriores.

COMENTÁRIOS GERAIS

A estatística permite realizar as seguintes colocações:

1 - Serão tratados em 2010, utilizando interferon peguilado e ribavirina, aproximadamente 11.555 pacientes. O custo com medicamentos para 40 semanas de tratamento (considerando as interrupções) e de R$. 14.700,00 por tratamento, representando uma despesa anual de 170 milhões de reais.

2 - Utilizando interferon convencional e ribavirina serão tratados em 2010 aproximadamente 1.860 pacientes. O custo com medicamentos para 24 semanas de tratamento e de R$. 1.600,00 por tratamento, representando uma despesa anual de três milhões de reais.

3 - A despesa total do ministério da saúde com medicamentos para tratamento da hepatite C representará aproximadamente 173 milhões de reais.

4 - A hepatite C atinge seis vezes mais brasileiros que o HIV/AIDS, sendo estimado que existam no Brasil 600 mil infectados com HIV e entre 3 e 4 milhões de infectados com hepatite C.

5 - O tratamento do HIV (AIDS) custa ao governo R$. 3.220,00 reais por ano para cada paciente. Aproximadamente 200.000 pacientes estão em tratamento, representando uma despesa com medicamentos de aproximadamente 644 milhões de reais.

6 - O orçamento total para atendimento da epidemia de HIV/AIDS, considerando medicamentos, atendimento, exames, ações de governo, publicidade, convênios e capacitação e superior aos 2 bilhões de reais. Isso representa que estão previstos no orçamento de 2010 aproximadamente três mil e trezentos reais para cada um dos 600 mil infectados para enfrentar o grave problema que a AIDS representa.

7 - Ao considerar o orçamento para atender a epidemia de hepatite C, tão ou mais grave que a epidemia de AIDS, incluindo além dos 173 milhões de medicamentos os valores gastos com atendimento, exames, ações de governo, publicidade, convênios e capacitação, a despesa total e estimada em aproximadamente 350 milhões de reais. Existindo em media 3,5 milhões de infectados, estão previstos no orçamento da saúde R$. 100,00 para cada infectado.

8 - É necessário e urgente aumentar o número de pacientes atendidos, pois se continuarmos a tratar uma media de 13.500 pacientes a cada ano, para atender os entre 3 e 4 milhões de brasileiros que estão vivendo infectados pela hepatite C, serão necessários mais de 250 anos caso todos necessitem ser tratados.

Finalizando, fica no ar uma pergunta para a qual nunca tive resposta: Por que a AIDS recebe 33 vezes mais recursos e atenção que a hepatite C do governo federal?

Em tempo: A pesquisa nos dados não constitui uma critica ao ministério da saúde, pelo contrario, tentam ajudar na interpretação e compreensão da grave situação da hepatite C, servindo como um alerta sobre a necessidade de se dar maior atenção a epidemia.

Fico feliz de observar que se tudo o planejado para 2010 for realizado, teremos um aumento na quantidade de tratamentos oferecidos entre 7 e 10% em relação ao ano de 2009. Não é um grande avanço, mas ante a falta de centros de tratamento para hepatite C (os existentes estão totalmente lotados, até trabalhando acima da capacidade) e o passo que pode ser dado neste momento.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM


O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org



¡ALERTA!


Enquanto você realiza a leitura deste artigo,

¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo,


1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!

personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!

A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - Brasil
Teléfonos: Rio de Janeiro (005521) 4063.4567 - São Paulo (005511) 3522.3154 (de 11.00 a las 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
27/01/2010


Hepatitis C - Tratamientos gratuitos en Brasil previstos para 2010
Un estudio de los datos

Caso se cumpla la previsión de tratamientos que están siendo previstos por el sistema público de salud del Brasil, el año de 2010 permitirá que aproximadamente 11.555 pacientes reciban tratamiento con interferón pegilado y 1.860 pacientes sean tratados con el interferon convencional, representando una promesa de aumento entre 7% y 10% en el número de pacientes beneficiados con relación al año de 2009. Los datos presentados son referentes pura y exclusivamente a pacientes tratados gratuitamente en el sistema público de salud, el SUS, no incluyendo tratamientos particulares, estimados en aproximadamente 4.000 tratamientos por año.

La tablilla siguiente muestra la cantidad prevista de medicamentos distribuida a cada estado (provincia) para el primer trimestre del año de 2010, en la otra columna el número de pacientes que estarán en tratamiento con cada interferón y, como forma de chequear la información es incluida en la última columna el número de cápsulas de ribavirina que estarán siendo distribuidas.

PRIMER TRIMESTRE DE 2010 - MEDICAMENTOS DISTRIBUIDOS
PACIENTES EN TRATAMIENTO EFECTIVO

ESTADO

FRASCOS

PEGUILADO

PACIENTES

TRATADOS

FRASCOS

CONVENCIONAL

PACIENTES

TRATADOS

TOTAL DE PACIENTES

CAPSULAS

RIBAVIRINA

ACRE

1.906

146

137

4

150

59.262

ALAGOAS

669

51

36

1

52

27.300

AMAZONAS

736

57

47

1

58

23.190

AMAPÁ

120

9

0

0

9

3.600

BAHIA

2.075

160

1.031

26

186

103.061

CEARÁ

913

70

162

4

74

33.015

DISTRITO FEDERAL

1.029

80

432

11

91

29.200

ESPÍRITO SANTO

1.010

78

208

5

83

28.000

GOÍAS

1.879

146

1.200

31

177

81.800

MARANHÃO

510

39

236

6

45

29.179

MINAS GERAIS

7.093

546

486

13

559

215.316

MATO GROSSO DO SUL

824

63

465

12

75

33.544

MATO GROSSO

472

36

99

8

44

22.176

PARÁ

1.229

95

701

18

113

0

PARAÍBA

459

35

0

0

35

19.350

PERNAMBUCO

1.277

99

70

2

101

0

PIAUÍ

184

14

36

1

15

7.038

PARANÁ

4.402

339

232

6

345

156.270

RIO DE JANEIRO

6.060

466

2.202

56

522

211.711

RIOO GRANDE DO NORTE

67

5

56

2

7

41.740

RONDÔNIA

7

1

86

2

3

0

RORAIMA

0

0

86

2

2

0

RIO GRANDE DO SUL

11.367

874

11.891

305

1.179

0

SANTA CATARINA

2.731

210

2.660

68

278

94.611

SERGIPE

69

5

144

4

9

0

SÃO PAULO

68.286

5.252

10.095

258

5.510

2.207.286

TOCANTINS

154

12

43

1

13

3.870

TOTAL BRASIL

115.546

8.888

32.841

847

9.735

3.430.519


CONSIDERACIONES Y COMENTARIOS SOBRE LA INTERPRETACIÓN DE LA TABLA:

1 - Podrán acontecer variaciones en las cantidades debido a la falta de requisición o de prestación de cuentas de algunas secretarías de salud estaduales (provinciales), pero ellas poco afectarán el resultado final, ya que los seis principales estados, representando 86% del consumo presentan datos correctos. No será la excusa de estados que tratan una media docena de pacientes, venir a reclamar que en la realidad están tratando una docena, pues eso en nada altera el cuadro general.

2 - Cinco estados (provincias), por el orden, Sao Paulo, Río Grande do Sul, Minas Gerais, Río de Janeiro y Paraná realizarán 8.115 tratamientos em 2010, representando 83,35% del total de pacientes en tratamiento en Brasil. Sao Paulo consigue tratar 52,4% del total de pacientes de Brasil.

3 - En contraste, doce estados (provincias) solamente consiguen ofrecer tratamiento a 292 pacientes, representando 3% del total de tratamientos, siendo que la población en esos estados representa 17% de la población brasileña. Los estados: Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhao, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia, Sergipe y Tocantins.

4 - La población de los cinco estados que más tratan pacientes es de 99 millones de personas. Uno en cada 12.200 habitantes de la región recibe tratamiento para hepatitis C. En la región de los 12 estados que menos tratan la población es de 31.800.000. Uno en cada 126.190 habitantes recibe tratamiento.

5 - La desigualdad en el acceso al tratamiento es de 10 para 1 al se comparar las dos regiones analizadas en los párrafos anteriores.

COMENTARIOS GENERALES

La estadística permite realizar las siguientes colocaciones:

1 - Serán tratados en 2010, utilizando interferón pegilado y ribavirina, aproximadamente 11.555 pacientes. El costo con medicamentos para 40 semanas de tratamiento (considerando las interrupciones) es de R$. 14.700,00 (US. 8,076.-) por tratamiento, representando un gasto anual de 170 millones de reales.

2 - Utilizando interferón convencional y ribavirina serán tratados en 2010 aproximadamente 1.860 pacientes. El costo con medicamentos para 24 semanas de tratamiento es de R$. 1.600,00 (US. 879.-) por tratamiento, representando un gasto anual de tres millones de reales.

3 - El gasto total del ministerio de la salud con medicamentos para tratamiento de la hepatitis C representará aproximadamente 173 millones de reales.

4 - La hepatitis C alcanza seis veces más brasileños que el HIV/AIDS, siendo estimado que existan en Brasil 600 mil infectados con HIV y entre 3 y 4 millones de infectados con hepatitis C.

5 - El tratamiento del HIV (SIDA) cuesta al gobierno R$. 3.220,00 reales por año para cada paciente. Aproximadamente 200.000 pacientes están en tratamiento, representando un gasto con medicamentos de aproximadamente 644 millones de reales.

6 - El presupuesto total para cuidar de la epidemia de HIV/AIDS, considerando medicamentos, atención, exámenes, acciones de gobierno, publicidad, convenios y capacitación e superior a los 2 mil millones de reales (Más de 1 billón de dólares). Eso representa que están previstos en el presupuesto de 2010 aproximadamente tres mil trescientos reales para cada uno de los 600 mil infectados para enfrentar el grave problema que el SIDA representa.

7 - Al considerar el presupuesto para atender la epidemia de hepatitis C, tan o más grave que la epidemia de SIDA, incluyendo además de los 173 millones de medicamentos los valores gastos con atención, exámenes, acciones de gobierno, publicidad, convenios y capacitación, el gasto total es estimado en aproximadamente 350 millones de reales. Existiendo en medía 3,5 millones de infectados, están previstos en el presupuesto de la salud R$. 100,00 para cada infectado.

8 - Es necesario y urgente aumentar el número de pacientes atendidos, pues si continuamos a tratar una medía de 13.500 pacientes a cada año, para atender los entre 3 y 4 millones de brasileños que están viviendo infectados por la hepatitis C, serán necesarios más de 250 años caso todos necesiten ser tratados.

Finalizando, queda en el aire una pregunta para a cual nunca tuve respuesta: ¿Por qué el SIDA recibe 33 veces más recursos y atención qué la hepatitis C del gobierno federal?

En tiempo: La pesquisa de los datos no constituye una critica al ministerio de la salud, por lo contrario, intentan ayudar en la interpretación y comprensión de la grave situación de la hepatitis C, sirviendo como un alerta sobre la necesidad de dar mayor atención a la epidemia.

Quedo feliz de observar que si todo lo planificado para 2010 sea realizado, tendremos un aumento en la cantidad de tratamientos ofrecidos entre 7 y 10% con relación al año de 2009. No es un gran avance, pero ante la falta de centros de tratamiento para hepatitis C (los existentes están totalmente atestados, hasta trabajando arriba de la capacidad) es el paso que puede ser dado en este momento.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
Aviso legal:
Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM







Last updated 28.1.2010