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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

20/10/2008


Governo convoca discussão sobre o tratamento da hepatite B


O governo está convocando para o dia 20 de outubro (das 08.30 às 17.00 horas), dia 21 (das 08.30 às 12.30 horas) e dia 22 (das 09.00 às 11.00 horas) a todos os interessados, médicos, pacientes e público em geral, para audiência pública de discussão aberta com um painel de especialistas dos seguintes temas:

1 - Qual o tamanho atual da hepatite B no país?

2 - Qual a historia natural da doença?

3 - Quais os benefícios e riscos das atuais opções terapêuticas na hepatite B?

4 - Quem deve receber tratamento?

5 - Qual deve ser a recomendação de consenso (protocolo) para o tratamento da hepatite B?

6 - Quais são as maiores necessidades e oportunidades na pesquisa da hepatite B?

Ao final, no dia 22 de outubro às 14.00 horas está sendo convocada uma entrevista coletiva de imprensa para anunciar a população o resultado da discussão e comunicar as novas recomendações para o tratamento da hepatite B.


EM TEMPO:

Esqueci de colocar que quem está convocando para a discussão democrática com toda a sociedade e o NIH - National Institutes of Health, organismo do governo dos Estados Unidos que aprova e determina os protocolos de tratamento.

Nos Estados Unidos tal qual acontece em muitos outros países, as discussões sobre os protocolos de tratamento de doenças epidêmicas são realizadas de forma pública e aberta, onde qualquer interessado pode participar e opinar. Esses países consideram que assuntos de saúde pública que afetam milhões de cidadãos não podem ser tratados por um pequeno grupo de discussão, em comitês fechados nem podem levar muito tempo para discussão. Um belo exemplo de democracia e gestão transparente!

Estimam as autoridades de saúde dos Estados Unidos que a epidemia de hepatite B atinge 1,25 milhões de cidadãos provocando entre 3.000 e 5.000 mortes a cada ano diretamente relacionadas às conseqüências da doença.

Se extrapolarmos esses dados ao Brasil, onde o ministério estima existirem 2 milhões de infectados, é muito provável que estejam falecendo a cada ano entre 5.000 e 8.000 brasileiros por causa da doença. A demora de mais de três anos na atualização do protocolo de tratamento não permitiu sequer tentar salvar a vida de aproximadamente 20.000 brasileiros mortos durante o período.

Até quando quem tem a responsabilidade de cuidar da saúde da população vai continuar omisso ao grave problema que representa a hepatite B. Por que não se copiar o modelo do NIH e resolver os casos por meio de audiências públicas onde todos possam opinar e tudo seja discutido abertamente, definindo e implementando as medidas imediatamente?

A quem responsabilizar pela morte a cada ano de até 8.000 brasileiros por culpa da hepatite B quando existem medicamentos que poderiam evitar a maioria dessas mortes? Será que aqueles que ocupam os cargos públicos conseguem dormir em paz sabendo disso?

Inscrições e maiores informações são encontrados na página da internet www.consensus.nih.gov

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
www.consensus.nih.gov


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.





GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
20/10/2008


Gobierno convoca discusión sobre el tratamiento de la hepatitis B


El gobierno está convocando para el día 20 de octubre (de las 08.30 a las 17.00 horas), día 21 (de las 08.30 a las 12.30 horas) y día 22 (de las 09.00 a las 11.00 horas) a todos los interesados, médicos, pacientes y público en general, para audiencia pública de discusión abierta con un panel de especialistas de los siguientes temas:

1 - ¿Cuál el tamaño actual de la hepatitis B en el país?

2 - ¿Cuál la historia natural de la enfermedad?

3 - ¿Cuáles los beneficios y riesgos de las actuales opciones terapéuticas en la hepatitis B?

4 - ¿Quién debería recibir tratamiento?

5 - ¿Cuál debe ser la recomendación de consenso (protocolo) para el tratamiento de la hepatitis B?

6 - ¿Cuáles son las mayores necesidades y oportunidades en la investigación de la hepatitis B?

Al final, en el día 22 de octubre a las 14.00 horas está siendo convocada una entrevista colectiva de prensa para anunciar a la población el resultado de la discusión y comunicar las nuevas recomendaciones para el tratamiento de la hepatitis B.


EN TIEMPO:

Olvidé de colocar que quien está convocando para la discusión democrática con toda la sociedad es el NIH - National Institutes of Health, organismo del gobierno de Estados Unidos que aprueba y determina los consensos de tratamiento.

En Estados Unidos tal cual acontece en muchos otros países, las discusiones sobre los consensos de tratamiento de enfermedades epidémicas son realizadas de forma pública y abierta, donde cualquier interesado puede participar y opinar. Esos países consideran que asuntos de salud pública que afectan millones de ciudadanos no pueden ser tratados por un pequeño grupo de discusión, en comités a puertas cerradas ni pueden llevar mucho tiempo para discusión. ¡Un bello ejemplo de democracia y gestión transparente!

Estiman las autoridades de salud de Estados Unidos que la epidemia de hepatitis B alcanza 1,25 millones de ciudadanos provocando entre 3.000 y 5.000 muertes a cada año directamente relacionadas a las consecuencias de la enfermedad.

Si extrapolamos esos datos a Brasil (o para otros países), donde el ministerio estima existan 2 millones de brasileños infectados, es muy probable que vengan a fallecer a cada año entre 5.000 y 8.000 brasileños a causa de la enfermedad. La tardanza de más de tres años en la actualización del consenso de tratamiento en Brasil no permitió siquiera intentar salvar la vida de aproximadamente 20.000 brasileños, muertos en el periodo.

¿Hasta cuándo quién tiene la responsabilidad de cuidar de la salud de la población va a continuar omiso al grave problema qué representa la hepatitis B?. ¿Por qué no se copiar el modelo del NIH y resolver los casos por medio de audiencias públicas dónde todos puedan opinar y todo sea discutido abiertamente, definiendo e implementando las medidas inmediatamente?

¿A quién responsabilizar por la muerte a cada año de hasta 8.000 brasileños por culpa de la hepatitis B cuándo existen medicamentos qué podrían evitar la mayoría de esas muertes? ¿Será qué aquéllos qué ocupan los cargos públicos logran dormir en paz sabiendo de eso?

Inscripciones y mayores informaciones son encontrados en la página del internet www.consensus.nih.gov

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
www.consensus.nih.gov


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.






Last updated 19.10.2008