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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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25/02/2009


É possível parar o tratamento da hepatite B em algum momento?


Atualmente o tratamento da hepatite B possui um arsenal de diversas drogas antivirais de uso oral o que facilita a escolha para cada caso específico e, ainda, permite substituir o medicamento nos casos de resistência antiviral. Mas o grande desafio enfrentado pelos pacientes que conseguem tornar o vírus indetectável e saber com certeza em que momento pode ser interrompido o tratamento.

O "Journal of Hepatology" publica um estudo realizado em Israel, no Hadassah-Hebrew University Hospital, com o qual se tentou avaliar a sustentabilidade da resposta terapêutica do Entecavir, comparando com a Lamivudina.

Foram incluídos 500 pacientes com hepatite B antígeno "e" negativo, tratados por 48 semanas com Entecavir ou Lamivudina, sendo que 458 conseguiram resposta completa, considerada como a normalização das transaminases e uma carga viral abaixo de 300 copias/ml.

Desses, 54 pacientes conseguiram a redução da carga viral, mas a transaminase permaneceu acima de 1,25% acima do nível máximo, continuando então o tratamento por até 96 semanas.

Entre os pacientes que obtiveram resposta completa foi observado que após 24 semanas da interrupção do tratamento, 97% dos pacientes que utilizaram Entecavir e 95% dos tratados com Lamivudina tinham recaído, isto é, o vírus se encontrava com mais de 300 copias/ml.

Entre os pacientes tratados por 96 semanas o índice de recaída após 24 semanas da interrupção do tratamento foi de 65% no grupo de Entecavir e de 57% no grupo com Lamivudine.

Concluem os autores que ainda não e possível se determinar quando o tratamento deve ser interrompido, porém eles adicionaram que a maioria dos tratados com Entecavir por mais de 1 ano conseguem manter por mais tempo a resposta virológica e melhores resultados nos exames bioquímicos.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Journal of Hepatology 50(2): 289-295. February 2009. - D Shouval, CL Lai, TT Chang, and other. Relapse of hepatitis B in HBeAg-negative chronic hepatitis B patients who discontinued successful entecavir treatment: The case for continuous antiviral therapy.


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


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25/02/2009


¿Es posible parar el tratamiento de la hepatitis B en algún momento?


Actualmente el tratamiento de la hepatitis B posee un arsenal de diversas drogas antivirales de uso oral lo que facilita la elección para cada caso específico y, aún, permite sustituir el medicamento en los casos de resistencia antiviral. Pero el gran desafío enfrentado por los pacientes que consiguen tornar el virus indetectable es saber con seguridad en que momento puede ser interrumpido el tratamiento.

El "Journal of Hepatology" publica un estudio realizado en Israel, en el Hadassah-Hebrew University Hospital, con el cual se intentó evaluar la manutención de la respuesta terapéutica del Entecavir, confrontando con la Lamivudina.

Fueron incluidos 500 pacientes con hepatitis B antígeno "e" negativo, tratados por 48 semanas con Entecavir o Lamivudina, siendo que 458 lograron respuesta completa, considerada como la normalización de las transaminasas y una carga viral abajo de 300 copias/ml.

De ésos, 54 pacientes lograron la reducción de la carga viral, pero la transaminasa permaneció arriba del 1,25% arriba del nivel máximo, continuando entonces el tratamiento por 96 semanas.

Entre los pacientes que lograron respuesta completa fue observado que después de 24 semanas de la interrupción del tratamiento, 97% de los pacientes que utilizaron Entecavir y 95% de los tratados con Lamivudina habían recaído, esto es, el virus se encontraba con más de 300 copias/ml.

Entre los pacientes tratados por 96 semanas el índice de recaída después de 24 semanas de la interrupción del tratamiento fue del 65% en el grupo de Entecavir y del 57% en el grupo con Lamivudina.

Concluyen los autores que aún no es posible se determinar cuando el tratamiento debe ser interrumpido, sin embargo ellos agregaron que la mayoría de los tratados con Entecavir por más de 1 año consiguen mantener por más tiempo la respuesta virológica y mejores resultados en los exámenes bioquímicos.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Journal of Hepatology 50(2): 289-295. February 2009. - D Shouval, CL Lai, TT Chang, and other. Relapse of hepatitis B in HBeAg-negative chronic hepatitis B patients who discontinued successful entecavir treatment: The case for continuous antiviral therapy.


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.






Last updated 24.2.2009