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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
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26/07/2010


Infectados com AIDS - Estigma e depressão


Uma pesquisa realizada com 2.035 homens e mulheres infectadas com HIV/AIDS em Estados Unidos, Brasil, Francia, Alemanha, Itália, Rússia, Espanha, Reino Unido, Austrália, Coréia, Sudáfrica e Costa de Marfim revela que os infectados se sentem isolados por causa do estigma que a doença causa na população.

Os dados foram apresentados durante o congresso internacional de HIV/AIDS que aconteceu semana passada em Viena, Áustria. O estudo foi patrocinado por Merck & Co (MSD).

Veja alguns dos resultados:

- 17% dos infectados não informaram o seu estado de saúde a sua família ou parceiros;

- 96% dos infectados informam ter falado da sua situação pelo menos a 1 pessoa;

- Nos Estados Unidos 42% dos infectados se sentem isolados. No restante do mundo o percentual é de 37%;

- Nos Estados Unidos 42% relatam se sentir deprimidos;

- 97% dos infectados estão satisfeitos com o atendimento medico que estão recebendo e 84% sentem que estão sendo tratados de forma individual e personalizada;

- 74% consideram que os benefícios do tratamento são maiores que os efeitos colaterais dos medicamentos;

- 50% dos infectados informam conviver com uma das comorbidades da doença, relatando problemas no coração, problemas gastrointestinais ou co-infecção com uma hepatite;

- 65% dos entrevistados consideram que a doença cardíaca por culpa da infecção é altamente preocupante, mas não estão falando do problema com os médicos sobre os riscos enfrentados;

- 62% dos entrevistados informaram não ter discutido com os médicos sobre deixar de fumar;

- 69% não falaram com seus médicos sobre a hepatite C;

- 43% dos pacientes informaram ter se esquecido de tomar alguma dose dos medicamentos nos últimos 30 dias.

Os coordenadores da pesquisa alertam sobre a necessidade de aumentar o dialogo entre a equipe médica e os pacientes. A falta de conversas mais abrangentes acaba em desinformação para o paciente, afetando a saúde e diminuindo a qualidade de vida.

Alertam também que ao decidir sobre a indicação do tratamento, os médicos devem considerar fatores tais como antecedentes familiares, outras doenças existentes, se o paciente fuma, bebe, faz uso de drogas, se é diabético, se apresenta problemas cardiovasculares ou depressão, questões que são fundamentais para indicar o melhor tratamento individualizado ao paciente.

Concluem os pesquisadores que os dados apresentados devem servir para a necessidade de aumentar o dialogo entre o médico e o paciente. A equipe médica deve ser multidisciplinar e oferecer atendimento personalizado, individual para cada paciente.

MEU COMENTÁRIO:

Sem tirar ou colocar uma só vírgula, todos os resultados e as recomendações dos pesquisadores se aplicam de forma integral aos infectados com as hepatites B e C.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo




Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org


¡ALERTA!

Enquanto você realiza a leitura deste artigo,
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1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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26/07/2010


Infectados con SIDA - Estigma y depresión


Una encuesta realizada con 2.035 hombres y mujeres infectadas con HIV/SIDA en Estados Unidos, Brasil, Francia, Alemania, Italia, Rusia, España, Reino Unido, Australia, Corea, Sudáfrica y Costa de Marfil revela que los infectados se sienten aislados a causa del estigma que la enfermedad causa en la población.

Los datos fueron presentados durante el congreso internacional de HIV/SIDA que aconteció semana pasada en Viena, Austria. El estudio fue patrocinado por Merck & CO (MSD).

Vea algunos de los resultados:

- 17% de los infectados no informaron su estado de salud a su familia o compañeros sexuales;

- 96% de los infectados informan haber hablado de su situación por lo menos a 1 persona;

- En Estados Unidos 42% de los infectados se sienten aislados. En el restante del mundo el porcentual es del 37%;

- En Estados Unidos 42% relatan se sentir deprimidos;

- 97% de los infectados están satisfechos con el servicio medico que están recibiendo y 84% sienten que están siendo tratados de forma individual y personalizada;

- 74% consideran que los beneficios del tratamiento son mayores que los efectos secundarios de los medicamentos;

- 50% de los infectados informan convivir con una de las comorbidades de la enfermedad, relatando problemas en el corazón, problemas gastrointestinales o co-infección con una hepatitis;

- 65% de los entrevistados consideran que la enfermedad cardíaca por culpa de la infección es altamente preocupante, pero no están hablando del problema con los médicos sobre los riesgos enfrentados;

- 62% de los entrevistados informaron no haber discutido con los médicos sobre dejar de fumar;

- 69% no hablaron con sus médicos sobre la hepatitis C;

- 43% de los pacientes informaron se haber olvidado de tomar alguna dosis de los medicamentos en los últimos 30 días.

Los coordinadores de la pesquisa alertan sobre la necesidad de aumentar el dialogo entre el equipo médico y los pacientes. La falta de conversaciones más amplias acaba en desinformación para el paciente, afectando la salud y disminuyendo la calidad de vida.

Alertan también que al decidir sobre la indicación del tratamiento, los médicos deben considerar factores tales como antecedentes familiares, otras enfermedades existentes, si el paciente fuma, bebe, hace uso de drogas, si es diabético, se presenta problemas cardiovasculares o depresión, cuestiones que son fundamentales para indicar el mejor tratamiento individualizado al paciente.

Concluyen los autores que los datos presentados deben servir para la necesidad de aumentar el dialogo entre el médico y el paciente. El equipo médico debe ser multidisciplinar y ofrecer servicio personalizado, individual para cada paciente.

MI COMENTARIO:

Sin tirar o colocar una coma, todos los resultados y las recomendaciones de los investigadores se aplican de forma integral a los infectados con las hepatitis B y C.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo




Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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Last updated 25.7.2010