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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
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e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
30/01/2006
Mitos e realidade sobre a cafeína
A cafeína é uma substância natural (um alcalóide) presente nas folhas, sementes e frutos de mais de 63 espécies vegetais de todo o mundo. Faz tempo que são consumidos produtos que contêm cafeína, como o chá, o café e alguns refrigerantes. Mais recentemente, apareceram no mercado bebidas com maior quantidade de cafeína (as "bebidas energéticas").
Um dos efeitos mais conhecidos da cafeína é sua capacidade de atuar como estimulante, atrasando temporalmente o cansaço; efeito que pode causar insônia em indivíduos sensíveis. Também se demonstrou que a cafeína tem um ligeiro efeito diurético, estimulando a eliminação de líquidos. Apesar de que se realizaram numerosos estudos sobre seu consumo seguro, circulam ainda muitas idéias errôneas sobre esta substância tão comum. Este artigo recolhe os resultados de investigações científicas sobre a cafeína e a saúde, e pretende esclarecer certos aspectos controversos relativos a este componente.
Mito: A cafeína cria vício.
Realidade: Muita gente diz ser "viciada" na cafeína do mesmo modo que se pode ser em relação às compras, ao trabalho ou a televisão. Segundo as definições aceitas e em opinião da maioria das autoridades, a cafeína não cria vício. Ao cessar de forma brusca o consumo regular de cafeína, algumas pessoas podem padecer dores de cabeça, fadiga e sonolência. Estes sintomas não costumam persistir por mais de um dia e podem prevenir-se reduzindo o consumo de cafeína de forma gradual.
Mito: A cafeína aumenta o risco de sofrer enfermidades cardíacas.
Realidade: Numerosos estudos realizados em grande escala revelam que o consumo de cafeína não aumenta o risco de padecer enfermidades cardiovasculares, nem incrementa os níveis de colesterol, nem produz alterações do ritmo cardíaco. Em indivíduos sensíveis à cafeína se observa um ligeiro aumento temporário da tensão arterial. Entretanto, este aumento é similar ao provocado por atividades cotidianas, como subir escadas. Não obstante, é recomendável que as pessoas com pressão alta consultem com seu médico cardiologista sobre seu consumo.
Mito: A cafeína provoca câncer.
Realidade: Existem provas científicas muito serias que demonstram que a cafeína não incrementa o risco de padecer câncer. Dois estudos em grande escala levados a cabo na Noruega e Havaí e a análise de 13 estudos realizados com mais de 20.000 indivíduos revelam que não existe nenhuma relação entre o consumo regular de café ou chá e o risco de contrair câncer.
Mito: A cafeína é um fator de risco no relativo a osteoporoses.
Realidade: Algumas pesquisas sugerem que o consumo de cafeína pode incrementar a perda de cálcio na urina. Entretanto, comprovou-se que ditas perdas são mínimas e que o consumo de cafeína em doses normais não afeta ao nível de cálcio nem à densidade óssea. Vários estudos mais recentes confirmam que o consumo de cafeína não é um fator de risco no que a osteoporoses se refere especialmente em mulheres que consomem cálcio em quantidades adequadas.
Mito: As mulheres grávidas ou que tentam ficar grávidas devem evitar a cafeína.
Realidade: Os efeitos das bebidas com cafeína nos fatores reprodutivos foram objetos de análise em um grande número de estudos. Os dados indicam que o consumo moderado de cafeína é inócuo tanto para a mulher grávida como para o feto. Os resultados de estudos sobre o consumo de cafeína e o tempo que transcorre até que uma mulher fica grávida não contribuem com provas sólidas de que o consumo de bebidas com cafeína reduza a probabilidade de conceber. Em dois relevantes estudos realizados nos EUA não se achou correlação alguma entre o consumo de cafeína e o desenvolvimento da gravidez ou possíveis más formações do bebê. Além disso, outras investigações recentes demonstram que não existe relação entre a ingestão de cafeína e os abortos naturais ou o crescimento anormal do feto. Não obstante, ficam sem esclarecer efeitos de dose elevadas de cafeína, por isso se recomenda às mulheres grávidas moderação em seu consumo (300 mg ao dia ou 3 a 4 xícaras de café).
Mito: A cafeína tem efeitos negativos na saúde infantil.
Realidade: Em geral, as crianças têm a mesma capacidade de assimilar a cafeína que as pessoas adultas. As pesquisas em crianças e adolescentes mostram que o consumo moderado de alimentos ou bebidas que contêm cafeína não desempenha um papel perceptível na hiperatividade nem nos problemas de concentração. Entretanto, em crianças sensíveis, o consumo elevado de cafeína pode produzir efeitos passageiros como nervosismo, irritabilidade ou ansiedade.
Mito: A cafeína não tem efeitos positivos.
Realidade: sabe-se que a cafeína limpa e aumenta a capacidade de atenção. Freqüentemente, se recomenda tomar uma taça de café ou chá para combater o sono, especialmente aos motoristas que realizam viagens longas, e muita gente bebe sua xícara depois de comer e antes de voltar para o trabalho. Alguns estudos demonstram que a cafeína também reforça a memória e as capacidades mentais.
Foram encontrados agentes antioxidantes em muitas bebidas com cafeína, em particular o chá, e mais recentemente no café e o chocolate. Os antioxidantes têm efeitos benéficos na saúde, especialmente no relativo ao coração e a prevenção do câncer.
Alguns relatórios recentes indicam que a cafeína pode resultar útil no tratamento de reações alérgicas devido a sua capacidade de reduzir a concentração de histaminas, que são as substâncias que fazem que o organismo responda ante o alérgeno. Faz tempo que e conhecido que a cafeína é benéfica para quem padece de asma, embora seja preciso realizar estudos mais detalhados neste campo para obter conclusões definitivas.
Balanço final
Depois de décadas de pesquisas, a comunidade científica não provou que exista nenhuma relação entre o consumo moderado de cafeína e os riscos para a saúde. Quer dizer, que podemos seguir consumindo chá, café e outras bebidas com cafeína sempre que o façamos com um pouco de sentido comum e moderação.
O que se considera "um consumo moderado" de cafeína?
Um consumo moderado de cafeína em adultos são 300 mg ao dia. Para que possa calcular o que isto representa, aqui aparece o conteúdo de cafeína dos produtos mais comuns.
Doses medias de bebidas:
Café solúvel: 75 mg por xícara de 190 ml
Café coado ou expresso: 30 mg por xícara de 50 ml
Chá: 50 mg por xícara de 190 ml
Bebidas energéticas: 28 a 87 mg por copo de 250 ml
(com cafeína ou guaraná)
Bebidas com "cola" (tipo Coca Cola ou Pepsi): 8 a 53 mg por copo de 250 ml
(normal ou light)
Alguns refrigerantes, como o Guaraná: 24 mg por copo de 250 ml
Chocolate: 5,5 a 35,5 mg a cada 50 g
Fonte: El Mundo - Sección Salud - Espanha
MEU COMENTÁRIO:
Tal qual já divulgamos vários estudos sobre os benefícios de café sobre o fígado (consumido moderadamente) este interessante articulo desvenda os mitos existentes sobre o consumo de produtos contendo cafeína.
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
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30/01/2006
Mitos y realidad en torno a la cafeína
La cafeína es una sustancia natural (un alcaloide) presente en las hojas, semillas y frutos de más de 63 especies vegetales de todo el mundo. Desde hace tiempo, se consumen en todas partes productos que contienen cafeína, como el té, el café y algunos refrescos. Más recientemente, han aparecido en el mercado bebidas con mayor cantidad de cafeína (las "bebidas energéticas").
Uno de los efectos más conocidos de la cafeína es su capacidad de actuar como estimulante, retrasando temporalmente el cansancio; efecto que puede causar insomnio en individuos sensibles. También se ha demostrado que la cafeína tiene un ligero efecto diurético, estimulando la eliminación de líquidos. A pesar de que se han realizado numerosos estudios sobre su inocuidad, circulan todavía muchas ideas erróneas sobre esta sustancia tan común. Este artículo recoge los resultados de investigaciones científicas sobre la cafeína y la salud, y pretende aclarar ciertos aspectos controvertidos relativos a este componente.
Mito: La cafeína crea adicción.
Realidad: Mucha gente dice ser "adicta" a la cafeína del mismo modo que se puede serlo a las compras, el trabajo o la televisión. Según las definiciones aceptadas y en opinión de la mayoría de las autoridades, la cafeína no crea adicción. Al cesar de forma brusca el consumo regular de cafeína, algunas personas pueden padecer dolores de cabeza, fatiga y somnolencia. Estos síntomas no suelen persistir más de un día y pueden prevenirse reduciendo el consumo de cafeína de forma gradual.
Mito: La cafeína aumenta el riesgo de sufrir enfermedades cardiacas.
Realidad: Numerosos estudios realizados a gran escala revelan que el consumo de cafeína no aumenta el riesgo de padecer enfermedades cardiovasculares, ni incrementa los niveles de colesterol, ni produce alteraciones del ritmo cardiaco. En individuos sensibles a la cafeína se observa un ligero aumento temporal de la tensión arterial. Sin embargo, este aumento es similar al provocado por actividades cotidianas, como subir escaleras. No obstante, es recomendable que las personas con la tensión alta consulten con su médico a este respecto.
Mito: La cafeína provoca cáncer.
Realidad: Existen pruebas científicas de peso que demuestran que la cafeína no incrementa el riesgo de padecer cáncer. Dos estudios a gran escala llevados a cabo en Noruega y Hawai y el análisis de 13 estudios realizados con más de 20.000 sujetos revelan que no existe ninguna relación entre el consumo regular de café o té y el riesgo de contraer cáncer.
Mito: La cafeína es un factor de riesgo en lo relativo a la osteoporosis.
Realidad: Algunas investigaciones sugieren que el consumo de cafeína puede incrementar la pérdida de calcio en la orina. Sin embargo, se ha comprobado que dichas pérdidas son mínimas y que el consumo de cafeína en dosis normales no afecta al nivel de calcio ni a la densidad ósea. Varios estudios más recientes confirman que el consumo de cafeína no es un factor de riesgo en lo que a la osteoporosis se refiere, especialmente en mujeres que consumen calcio en cantidades adecuadas.
Mito: Las mujeres embarazadas o que intentan quedarse embarazadas deben evitar la cafeína.
Realidad: Los efectos de las bebidas con cafeína en los factores reproductivos han sido objeto de análisis en un gran número de estudios. Los datos indican que el consumo moderado de cafeína es inocuo tanto para la mujer embarazada como para el feto. Los resultados de estudios sobre el consumo de cafeína y el tiempo que transcurre hasta que una mujer se queda embarazada no aportan pruebas sólidas de que el consumo de bebidas con cafeína reduzca la probabilidad de concebir. En dos relevantes estudios realizados en EE.UU. no se halló correlación alguna entre el consumo de cafeína y el desarrollo del embarazo o posibles malformaciones del bebé. Además, otras investigaciones recientes demuestran que no existe relación entre la ingesta de esta sustancia y los abortos naturales o el crecimiento anormal del feto. No obstante, quedan sin aclarar los efectos de dosis elevadas de cafeína, por lo que se recomienda a las mujeres embarazadas moderación en su consumo (300 mg al día o 3-4 tazas de café instantáneo).
Mito: La cafeína tiene efectos negativos en la salud infantil.
Realidad: En general, los niños tienen la misma capacidad de asimilar la cafeína que las personas adultas. Las investigaciones en niños muestran que el consumo moderado de alimentos o bebidas que contienen cafeína no desempeña un papel perceptible en la hiperactividad ni en los problemas de concentración. Sin embargo, en niños sensibles, el consumo elevado de cafeína puede producir efectos pasajeros como nerviosismo, irritabilidad o ansiedad.
Mito: La cafeína no tiene efectos positivos.
Realidad: Se sabe que la cafeína despeja y aumenta la capacidad de atención. A menudo, se recomienda tomar una taza de café o té para combatir el sueño, especialmente a los conductores que realizan viajes largos, y mucha gente se toma su tacita después de comer antes de volver al trabajo. Algunos estudios han puesto de manifiesto que la cafeína también refuerza la memoria y las capacidades mentales.
Se han descubierto agentes antioxidantes en muchas bebidas con cafeína, en particular el té, y más recientemente en el café y el chocolate. Los antioxidantes tienen efectos beneficiosos en la salud, especialmente en lo relativo al corazón y la prevención del cáncer.
Algunos informes recientes indican que la cafeína puede resultar útil en el tratamiento de reacciones alérgicas debido a su capacidad de reducir la concentración de histaminas, que son las sustancias que hacen que el organismo responda ante el alérgeno. Desde hace tiempo, se sabe que la cafeína es beneficiosa para quienes padecen asma, aunque es preciso realizar estudios más detallados en este campo para obtener conclusiones definitivas.
Balance final
Tras décadas de investigación, la comunidad científica no ha probado que exista ninguna relación entre el consumo moderado de cafeína y los riesgos para la salud. Es decir, que podemos seguir consumiendo té, café y otras bebidas con cafeína siempre que lo hagamos con un poco de sentido común y moderación.
¿Qué se considera "un consumo moderado" de cafeína?
Un consumo moderado de cafeína en adultos son unos 300 mg al día. Para que pueda calcular lo que esto representa, aquí aparece el contenido de cafeína de los productos más comunes.
Bebida Dosis media
Café instantáneo 75 mg por taza de 190 ml
Café 85 mg por taza de 190 ml
Té 50 mg por taza de 190 ml
Bebidas energéticas 28-87 mg por vaso de 250 ml
(con cafeína o guaraná)
Bebidas con cola 8-53 mg por vaso de 250 ml
(normal o light)
Algunos refrescos 24 mg por vaso de 250 ml
Chocolate 5,5-35,5 mg por barra de 50 g
Fuente: El Mundo - Sección Salud - España
MI COMENTARIO:
Tal cual ya divulgamos en varios estudios sobre los beneficios de café sobre el hígado (consumido moderadamente) este interesante articulo desvenda los mitos existentes sobre el consumo de productos conteniendo cafeína.
Carlos Varaldo
Grupo Optimismo