Texto en Español al final - Apriete aquí


GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

26/10/2009


Estudo mostra que cura da hepatite C atinge 66% dos tratamentos (*)


Publicações internacionais e estudos apresentados em Congresso Brasileiro trazem nova esperança a pacientes portadores do vírus da hepatite C. No País, doença ainda é subdiagnosticada. Ao longo dos últimos anos, muitos avanços mostraram que a cura para a hepatite C, uma doença que atinge mais de 3 milhões de brasileiros, é possível. A próxima edição da revista médica Gastroenterology traz os resultados de um estudo que reforça justamente este avanço na luta contra a doença e renova as esperanças dos pacientes com o vírus HCV.

Realizado em Milão, na Itália, com cerca de 450 pacientes, o estudo MIST (Milan Safety Tolerability Study) avaliou taxas de cura de pacientes com diferentes tipos de hepatite C e comparou a eficácia dos tratamentos disponíveis atualmente - os interferons peguilados - Pegasys (peginterferon alfa-2a) e PegIntron (alfapeginterferona 2b).

Resultados do MIST mostram que a chance de cura pode chegar a 66% nos pacientes analisados. Além disso, o estudo comprovou que pessoas com cirrose também apresentaram taxas de cura próximas a 50%, consideradas altas.

Ao comparar os dois interferons peguilados disponíveis para o tratamento da doença, o MIST concluiu que o tratamento com o interferon peguilado alfa 2a é superior ao alfapeginterferona 2b. Os dois medicamentos são injetáveis e representam uma evolução do interferon convencional, com uma dose semanal e mais eficácia no tratamento da doença. Estudos brasileiros

No Brasil, os medicamentos para tratamento da hepatite C estão disponíveis e as taxas de cura também são significativas. Hepatologistas, gastroenterologistas e outros especialistas de todo o País se reuniram na última semana para o Congresso Brasileiro de Hepatologia, em Gramado (RS). O evento apresentou estudos em torno das terapias e perspectivas de cura para a hepatite crônica C.

Em Minas Gerais, um estudo do Ambulatório de Hepatites Virais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) encontrou taxas satisfatórias de cura clínica da hepatite C - cerca de 54% dos pacientes tratados com Pegasys (peginterferon alfa-2a) alcançaram resposta e 35,8% das pessoas que receberam PegIntron (alfapeginterferona 2b). Em São Paulo, o especialista Hoel Sette também identificou respostas satisfatórias. Um de seus estudos alcançou resultados de mais de 60% de taxa de cura com Pegasys (peginterferon alfa-2a). O Congresso trouxe também resultados de estudos com novos medicamentos que podem elevar a chance de cura da hepatite C para mais de 75%.

"Os resultados são uma boa notícia para os pacientes com o vírus. No entanto, o tratamento da doença esbarra em um fator ainda mais importante - a subnotificação de novos casos", explica o especialista Dr. Hoel Sette, dono de um dos estudos sobre o tratamento da hepatite C. De acordo com estimativas do Ministério da Saúde, cerca de 3 milhões de brasileiros estão infectados com o vírus e não sabem de sua situação. Sem o diagnóstico, as chances de resposta podem diminuir com a progressão da doença.

Sobre a Hepatite C

A hepatite C atinge cerca de 180 milhões de indivíduos em todo o mundo e pode ser fatal se não for diagnosticada e tratada precocemente. Como age de maneira silenciosa, sem apresentar sintomas, cerca de 90% dos infectados não sabem que estão com a doença. A enfermidade pode evoluir para quadros graves, como cirrose ou câncer, sem que o paciente perceba o risco que ela representa para sua saúde e isso a torna a principal causa de transplante de fígado no país.

De acordo com estimativas do Ministério da Saúde, cerca de 3 milhões de brasileiros podem estar infectados pelo vírus da hepatite C, ou seja, 1,5% da população. As estatísticas também mostram que a hepatite C infecta hoje cinco vezes mais brasileiros que a Aids.

(*) Informações distribuidas a imprensa por Release da Roche Brasil.

Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM


O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org



¡ALERTA!


Enquanto você realiza a leitura deste artigo,

¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo,


1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!

personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!

A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - Brasil
Teléfonos: Rio de Janeiro (005521) 4063.4567 - São Paulo (005511) 3522.3154 (de 11.00 a las 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
26/10/2009


Estudio muestra que la cura de la hepatitis C alcanza 66% de los tratamientos (*)


Publicaciones internacionales y estudios presentados en Congreso Brasileño traen nueva esperanza a pacientes portadores del virus de la hepatitis C. En el País, la enfermedad aún es sub diagnosticada. A lo largo de los últimos años, muchos avances mostraron que la cura para la hepatitis C, una enfermedad que alcanza más de 3 millones de brasileños, es posible. La próxima edición de la revista médica Gastroenterology trae los resultados de un estudio que refuerza justamente este avanzo en la lucha contra la enfermedad y renueva las esperanzas de los pacientes con el virus HCV.

Realizado en Milán, en Italia, con cerca de 450 pacientes, el estudio MIST (Milan Safety Tolerability Study) evaluó tasas de cura de pacientes con diferentes tipos de hepatitis C y comparó la eficacia de los tratamientos disponibles actualmente - los interferones pegilados - Pegasys (peginterferon alfa-2a) y PegIntron (alfapeginterferona 2b).

Resultados del MIST muestran que la posibilidad de cura puede llegar a 66% en los pacientes analizados. Además, el estudio comprobó que personas con cirrosis también presentaron tasas de cura próximas a 50%, consideradas altas.

Al comparar los dos interferones pegilados disponibles para el tratamiento de la enfermedad, el MIST concluyó que el tratamiento con el interferón pegilado alfa 2a es superior al alfapeginterferon 2b. Los dos medicamentos son inyectables y representan una evolución del interferón convencional, con una dosis semanal y más eficacia en el tratamiento de la enfermedad. Estudios brasileños

En Brasil, los medicamentos para tratamiento de la hepatitis C están disponibles y las tasas de cura también son significativas. Hepatólogos, gastroenterólogos y otros especialistas de todo el País se reunieron en la última semana para el Congreso Brasileño de Hepatología, en Gramado (RS). El evento presentó estudios alrededor de las terapias y perspectivas de cura para la hepatitis crónica C.

En Minas Gerais, un estudio del Ambulatorio de Hepatitis Virales de la Universidad Federal de Minas Gerais (UFMG) encontró tasas satisfactorias de cura clínica de la hepatitis C - cerca del 54% de los pacientes tratados con Pegasys (peginterferon alfa-2a) alcanzaron respuesta y 35,8% de las personas que recibieron PegIntron (alfapeginterferona 2b). En São Paulo, el especialista Hoel Sette también identificó respuestas satisfactorias. Un de sus estudios alcanzó resultados de más del 60% de tasa de cura con Pegasys (peginterferon alfa-2a). El Congreso trajo también resultados de estudios con nuevos medicamentos que pueden elevar la posibilidad de cura de la hepatitis C para más del 75%.

"Los resultados son una buena noticia para los pacientes con el virus. Sin embargo, el tratamiento de la enfermedad topa en un factor aún más importante - la sub notificación de nuevos casos", explica el especialista Dr. Hoel Sette, autor de uno de los estudios sobre el tratamiento de la hepatitis C. De acuerdo con estimativas del Ministerio de la Salud, cerca de 3 millones de brasileños están infectados con el virus y no saben de su situación. Sin el diagnóstico, las posibilidades de respuesta pueden disminuir con la progresión de la enfermedad.

Sobre la Hepatitis C

La hepatitis C infecta cerca de 180 millones de individuos en todo el mundo y puede ser fatal si no es diagnosticada y tratada precozmente. Como actúa de manera silenciosa, sin presentar síntomas, cerca del 90% de los infectados no saben que están con la enfermedad. La enfermedad puede evolucionar para cuadros graves, como cirrosis o cáncer, sin que el paciente perciba el riesgo que ella representa para su salud y eso la torna la principal causa de trasplante de hígado en el país.

De acuerdo con estimativas del Ministerio de la Salud, cerca de 3 millones de brasileños pueden estar infectados por el virus de la hepatitis C, o sea, 1,5% de la población. Las estadísticas también muestran que la hepatitis C infecta hoy cinco veces más brasileños que el SIDA.

(*) Informaciones distribuidas a la prensa por Release de Roche Brasil.

Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.
Aviso legal:
Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación medica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje desde que citada la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM







Last updated 25.10.2009