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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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01/12/2008


A depressão causada pelo interferon é reversível


A depressão causada medicamento, mas regride após suspender o tratamento, indicam os resultados de um estudo publicado no American Journal of Gastroenterology.

A existência de fatores prévios de depressão e biomarcadores potenciais de depressão, como os níveis de cortisol em sangue e o neurotransmisor chamado serotonina, estão diretamente associados com efeitos adversos neurológicos ou psiquiátricos que possam acontecer durante o tratamento.

Estudos confirmam que no tratamento de 48 semanas até um 42% dos pacientes apresentam depressão como efeito colateral, prejudicando em muitos casos a resposta terapêutica devido à necessidade de reduções de dose ou pela simples interrupção da terapia.

A pesquisa foi realizada em 201 infectados com hepatite C não respondedores a um tratamento prévio os quais receberam interferon peguilado e ribavirina. Os 74 que na semana 24 se encontravam indetectáveis continuaram o tratamento até a semana 48. Na semana 24, 23% dos pacientes apresentavam depressão, aumentando para 42% dos que continuaram a terapia até semana 48.

Mas na semana 72 (24 semanas depois do final do tratamento) os índices de depressão apresentaram total regressão, igualando-se com os observados antes do início da terapia.

Observam os autores que os níveis de cortisol antes do tratamento se mantiveram estáveis durante a terapia. Os níveis de serotonina diminuíram significativamente durante a terapia, mas não coincidindo com o desenvolvimento da depressão durante o tratamento.

Concluem os autores que a depressão preexistente não se encontra associada com um maior risco de depressão induzida pelo tratamento e, que são necessários mais estudos em relação à serotonina para se encontrar marcadores que possam identificar precocemente os sinais de depressão causada pelo interferon.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
American Journal of Gastroenterology - Volume 103 Issue 11 Page 2766 Date November 2008 - Changes in Mood States and Biomarkers During Peginterferon and Ribavirin Treatment of Chronic Hepatitis C - Robert J. Fontana, M.D., Ziad Kronfol, M.D., Karen L. Lindsay, M.D., Linas A. Bieliauskas, Ph.D., Latha Padmanabhan, M.S., Carla Back-Madruga, Ph.D., Anna S.F. Lok, M.D., Anne M. Stoddard, Sc.D., and the HALT-C Trial Group.


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.





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01/12/2008


La depresión inducida por peginterferón es reversible


La depresión causada por el interferón durante el tratamiento de la hepatitis C aumenta según el tiempo de utilización del fármaco, pero se revierte tras suspender el tratamiento, indicaron los resultados de un estudio publicado en al American Journal of Gastroenterology.

La existencia de factores previos de depresión y biomarcadores potenciales de depresión, como los niveles de cortisol en sangre y el neurotransmisor llamado serotonina, están directamente asociados con efectos adversos neurológicos o psiquiátricos que puedan acontecer durante el tratamiento.

Estudios confirman que en el tratamiento de 48 semanas hasta el 42% de los pacientes presentan depresión como efecto secundario, perjudicando en muchos casos la respuesta terapéutica debido a la necesidad de reducciones de dosis o por la simple interrupción de la terapia.

La pesquisa fue realizada en 201 infectados con hepatitis C no respondedores a un tratamiento previo los cuales recibieron interferón pegilado y ribavirina. Los 74 que en la semana 24 se encontraban indetectables continuaron el tratamiento hasta la semana 48. En la semana 24 el 23% de los pacientes presentaba depresión, aumentando para el 42% de los que continuaron la terapia hasta la semana 48.

Pero en la semana 72 (24 semanas después del final del tratamiento) los índices de depresión presentaron total regresión, se igualando con los observados antes del inicio de la terapia.

Observan os autores que los niveles matinales de cortisol antes del tratamiento se mantuvieron estables durante la terapia. Los niveles de serotonina disminuyeron significativamente durante la terapia, pero no coincidiendo con el desarrollo de la depresión durante el tratamiento.

Concluyen los autores que la depresión preexistente no se encuentra asociada con un mayor riesgo de depresión inducida por el tratamiento y, que son necesarios más estudios en relación a serotonina para se encontrar marcadores que puedan identificar precozmente los señales de depresión causada por el interferón.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
American Journal of Gastroenterology - Volume 103 Issue 11 Page 2766 Date November 2008 - Changes in Mood States and Biomarkers During Peginterferon and Ribavirin Treatment of Chronic Hepatitis C - Robert J. Fontana, M.D., Ziad Kronfol, M.D., Karen L. Lindsay, M.D., Linas A. Bieliauskas, Ph.D., Latha Padmanabhan, M.S., Carla Back-Madruga, Ph.D., Anna S.F. Lok, M.D., Anne M. Stoddard, Sc.D., and the HALT-C Trial Group.


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.






Last updated 30.11.2008