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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
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06/02/2006


Para quem esta ansioso ou depressivo: Um eficaz antidepressivo e sedativo

A atividade física demonstrou ser uma boa aliada da psicoterapia e dos tratamentos médicos


As pesquisas somam centenas e o número de pessoas estudadas, milhares. Já não há dúvidas: a famosa máxima do poeta Juvenal está cientificamente comprovada: Mens sana in corpore sano. Assim seja para os romanos de princípios do século II ou os cidadãos do século XXI, a atividade física é um dos mais eficazes suportes do equilíbrio emocional.

Embora a lista de benefícios seja ampla, os dois efeitos terapêuticos mais analisados e quantificados são o sedativo e o antidepressivo.

Através de uma minuciosa revisão da literatura científica, o pesquisador Daniel Landers, da Universidade do Arizona, Estados Unidos, chegou a varias conclusões: o exercício físico, especialmente se for aeróbico e se prolonga por mais de dez semanas, é tão efetivo para reduzir a ansiedade como as alternativas terapêuticas mais convencionais. Só que, além disso, possui benefícios corporais.

"As atividades que apresentam melhor resultado por seu efeito sedativo são as aeróbicas de intensidade moderada", recomenda o licenciado Román Barrós, integrante da Associação Argentina de Transtornos de Ansiedade e especialista em psicologia do esporte da Associação de Docentes de Educação Física. E assegura que estas são mais efetivas que as atividades aeróbicas de alta intensidade e que os exercícios de fortalecimento e estiramento muscular (Pilates).

As propostas ideais são as caminhadas a passo rápido; o trote médio; a carreira mantida em 60% ou 70% da velocidade máxima; subir e baixar escadas; nadar; andar em bicicleta; praticar dança ou ginástica aeróbica, com uma freqüência de três a cinco sessões semanais, e uma duração por sessão de entre 20 e 60 minutos, mais uma intensidade que mantenha a freqüência cardíaca por minutos entre 60% e o 80% da freqüência máxima de cada pessoa, que se calcula subtraindo a idade a um valor fixo de 220.

Quanto ao efeito antidepressivo, ele é imediato. E não discrimina a seus beneficiários por sexo, idade ou tipo de depressão padecida.

Um estudo publicado o ano passado no American Journal of Preventive Medique por investigadores da Universidade do Texas mostrou resultados muito concretos: os participantes no estudo que realizaram exercícios aeróbicos de intensidade moderada durante 30 minutos, de três a cinco vezes por semana, depois de 12 semanas tinham diminuído seus sintomas depressivos em 47%. Quem diminuiu a intensidade da prática até um nível baixo obtiveram uma redução de 30% na sua depressão.


A união faz a força


Para explicar os porquês dos efeitos psicológicos positivos da atividade física, o licenciado Barrós apela a diversas teorias: "acredita-se que o benefício psíquico está dado porque permite distrair-se da atenção dos temas estressantes, sobre tudo si se perseguem metas ou objetivos ajustados aos gostos e as necessidades individuais; assim, a atenção se centra no desfrute do prazer que produz a atividade".

Além disso, continua: "A geração do estado de bem-estar se deve à liberação de endorfinas, que são produzidas pelo cérebro e a hipófise, e liberadas diretamente na corrente sangüínea durante a realização dos exercícios físicos, assim como quando a pessoa se está divertindo, rindo, ou desfrutando de uma relação sexual, pode então gerar uma diminuição da sensação de dor e produzir um estado de euforia, melhorando o estado de animo".

Ao parecer, a atividade física ajuda a modular uma série de neurotransmissores, especialmente a serotonina, como o fazem vários antidepressivos, produzindo um efeito estimulante no estado de ânimo. Os resultados das numerosas e variadas pesquisas não são tão unívocos quando se trata de comparar o efeito terapêutico da atividade física com ferramentas mais ortodoxas, como a medicação e a psicoterapia.

"É importante destacar que o exercício físico em pessoas que padecem transtornos psicológicos deve ser utilizado como um complemento dos tratamentos psicoterapêuticos ou médicos, e em nenhum caso como substituição destes", esclarece Barrós.

O certo é que em um ponto todos coincidem: a união faz a força. Assim, os melhores resultados antidepressivos e sedativos se obtêm com terapias combinadas. Exercícios, sim, mas medicamentos e psicoterapia, também.

Por: Tesy Do Biase - Para La Nación

MEU COMENTÁRIO:

A nossa recomendação, sempre, é da necessidade de manter uma atividade física aeróbica permanente. Isto ajuda a manter o peso, controlar a pressão, evitar os depósitos de gordura (esteatoses) no fígado, reduzir os níveis de glicose no sangue e, agora, comprovamos que ajuda a tratar a depressão e a ansiedade, condições muito comuns em pacientes infectados pela hepatite C.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






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06/02/2006


Para quien esta ansioso o depresivo: Un antidepresivo y ansiolítico eficaz

La actividad física ha demostrado ser una buena aliada de la psicoterapia y los tratamientos médicos

Las investigaciones suman cientos y el número de personas estudiadas, miles. Ya no hay dudas: la famosa máxima del poeta Juvenal está científicamente comprobada: Mens sana in corpore sano. Así sea para los romanos de principios del siglo II o los argentinos del siglo XXI, la actividad física es uno de los más eficaces soportes del equilibrio emocional.

Aunque la lista de beneficios es amplia, los dos efectos terapéuticos más analizados y cuantificados son el ansiolítico y el antidepresivo.

A través de un minuciosa revisión de la literatura científica, el investigador Daniel Landers, de la Universidad de Arizona, Estados Unidos, recorta conclusiones: el ejercicio físico, especialmente si es aeróbico y se prolonga por más de diez semanas, es tan efectivo para reducir la ansiedad como las alternativas terapéuticas más convencionales. Sólo que suma, además, beneficios corporales.

"Las actividades que mejor resultado dan por su efecto ansiolítico son las aeróbicas de intensidad moderada", recomienda el licenciado Román Barrós, integrante de la Asociación Argentina de Trastornos de Ansiedad y especialista en psicología del deporte de la Asociación de Docentes de Educación Física. Y asegura que éstas son más efectivas que las actividades aeróbicas de alta intensidad y que los ejercicios de fortalecimiento y estiramiento muscular.

Las propuestas ideales son las caminatas a paso rápido; el trote medio; la carrera mantenida a un 60 o 70% de la velocidad máxima; subir y bajar escaleras; nadar; andar en bicicleta; practicar danza o gimnasia aeróbica, con una frecuencia de tres a cinco sesiones semanales, y una duración por sesión de entre 20 y 60 minutos, más una intensidad que mantenga la frecuencia cardíaca por minutos de entre el 60 y el 80% de la frecuencia máxima de cada persona, que se calcula restando la edad a una cifra fija: 220.

En cuanto al efecto antidepresivo, es tan inmediato que se dispara en la mismísima línea de largada deportiva. Y no discrimina a sus beneficiarios por sexo, edad o tipo de depresión padecida.

Un estudio publicado el año pasado en el American Journal of Preventive Medicine por investigadores de la Universidad de Texas sumó cifras muy concretas: los participantes en el estudio que realizaron ejercicios aeróbicos de intensidad moderada durante 30 minutos, de tres a cinco veces por semana, después de 12 semanas habían recortado sus síntomas depresivos en un 47%. Quienes disminuyeron la intensidad de la práctica hasta un nivel bajo restaron un 30% a su depresión.


La unión hace la fuerza


Para explicar los porqués de los efectos psicológicos positivos de la actividad física, el licenciado Barrós apela a diversas teorías: "Se cree que el beneficio psíquico está dado porque permite distraerse de la atención puesta en los temas estresantes, sobre todo si se persiguen metas u objetivos ajustados a los gustos y las necesidades individuales; así, la atención se centra en el disfrute del placer que produce la actividad".

Además, continúa: "La generación del estado de bienestar se debe a la liberación de endorfinas, que son producidas por el cerebro y la hipófisis, y liberadas directamente al torrente sanguíneo durante la realización de los ejercicios físicos, así como cuando la persona se está divirtiendo, riendo, o disfrutando de una relación sexual placentera, puede generar una disminución de la sensación de dolor y producir un estado de euforia, mejorando el estado de ánimo".

Al parecer, la actividad física ayuda a modular una serie de neurotransmisores, especialmente la serotonina, como lo hacen varios antidepresivos, produciendo un efecto estimulante en el estado de ánimo. Los resultados de las numerosas y variadas investigaciones no son tan unívocos cuando se trata de comparar el efecto terapéutico de la actividad física con herramientas más ortodoxas, como la medicación y la psicoterapia.

"Es importante destacar que el ejercicio físico en personas que padecen trastornos psicológicos debe ser utilizado como un complemento de los tratamientos psicoterapéuticos o médicos, y en ningún caso como reemplazo de éstos", aclara Barrós.

Lo cierto es que en un punto todos coinciden: la unión hace la fuerza. Así, los mejores resultados antidepresivos y ansiolíticos se obtienen con terapias combinadas. Ejercicios, sí, pero pastillas y psicoterapia, también.

Por Tesy De Biase - Para LA NACION

MI COMENTARIO:

Nuestra recomendación, siempre, es de la necesidad de mantener una actividad física aeróbica permanente. Esto ayuda a mantener el peso, controlar la presión, evitar los depósitos de grasa (esteatosis) en el hígado, reducir los niveles de glucosa en la sangre y, ahora, comprobamos que ayuda a tratar la depresión y la ansiedad, condiciones muy comunes en pacientes infectados por la hepatitis C.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 4.2.2006