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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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17/11/2008


A resposta sustentada na hepatite C e semelhante entre brancos e não brancos - AASLD 2008


Um trabalho apresentado no AASLD, realizado na Universidade Federal da Bahia e no Hospital San Rafael (Salvador - Bahia) no Brasil, estudou a resposta terapêutica, não em função pura e simples da cor da pele, mas pesquisando os fenótipos (conjunto de características físicas, morfológicas e fisiológicas) e a linhagem determinada pela analise dos polimorfismos genéticos, determinando com isso a origem genética de cada individuo.

A resposta sustentada (cura) foi estudada em 169 pacientes tratados com interferon convencional ou interferon peguilado (sempre combinado com ribavirina) entre fevereiro de 2007 e abril de 2008 os quais foram divididos em 2 grupos. O grupo A foi constituído por 106 pacientes que não responderam ao tratamento ou recidivaram nos seis meses seguintes, 78% deles infectados com o genótipo 1. O grupo B foi formado por 63 pacientes que obtiveram a resposta sustentada (cura) sendo que 71 infectados com o genótipo 1.

Considerando a cor da pele, o grupo A estava composto por 45,6% de brancos e 54,4% de não brancos. O grupo B estava formado por 48,4% de brancos e 51,6% de não brancos.

Até o momento a linhagem para se saber a origem genética foi realizada em 92 pacientes (motivo pelo qual os resultados são preliminares).

Entre 42 pacientes não respondedores ou recidivantes foi encontrado que 41,1% eram afros descendentes, 9,3% índios brasileiros e, 49,6% europeus.

Entre os 50 pacientes que realizaram a linhagem e conseguiram a resposta sustentada (cura) foi encontrado que 33,1% eram afros descendentes. 16,6% índios brasileiros e, 50,3% europeus.

Quando a analise e realizada considerando somente pacientes infectados com o genótipo 1 os resultados são semelhantes.

Concluem os autores que os pacientes brancos e não brancos apresentam possibilidades semelhantes de conseguir a cura da hepatite C mediante o tratamento com interferon e ribavirina. Esclarecem que hipoteticamente deve ser considerada que nesta população estudada a presença de marcadores de origem europeu em pacientes afros descendentes pode ser o fator que deu equilíbrio a resposta terapêutica, desse modo a cor da pele não pode ser considerado como um fator de prognostico de resposta terapêutica.

MEU COMENTÁRIO:

Conversei em San Francisco com os Dres. Lyra (pai e filho) sobre este estudo, pois e importante salientar que os afros descendentes dos Estados Unidos e do Brasil possuem linhagem diferentes. Nos Estados Unidos a maioria dos afros descendentes ainda mantém a mesma raça, mas no Brasil a miscigenação entre brancos e não brancos criou linhagens misturadas, motivo pelo qual pode ser o motivo da excelente resposta terapêutica conseguida entre os não brancos.

Recomendo a leitura do artigo "A resposta ao tratamento da hepatite C nos afros descendentes - AASLD 2008" apresentando resultados diferentes, esclarecendo que os resultados são referentes a métodos e populações diferentes.

PS.: Este artigo continua com os resultados finais. Leia apertando aqui

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
AASLD 2008 - Abstracts 1242 - Sustained Virological Response in Patients with Chronic Hepatitis C is Similar Between Whites and Non - Whites: EvaluationUsing Specific Ancestry Alleles Analysis in an Admixed Population - L.N.Cavalcante; K.Abe-Sandes; A.D.Angeli; D.C.Lemair; L.S.Souza; E.S.Azevedo; J.d.Carvalho; T.M.Machado; P.S.Brand o; N.P.Santana; L.G.Lyra; A.C.Lyra


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.





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17/11/2008


La respuesta sostenida en la hepatitis C es semejante entre blancos y no blancos - AASLD 2008


Un trabajo presentado en el AASLD, realizado en la Universidad Federal de Bahía y en el Hospital San Rafael (Salvador - Bahía) en Brasil, estudió la respuesta terapéutica, no en función pura y simple del color de la piel, pero investigando los fenotipos (conjunto de características físicas, morfológicas y fisiológicas) y el linaje determinado por la analice de los polimorfismos genéticos, determinando con eso el origen genética de cada individuo.

La respuesta sostenida (cura) fue estudiada en 169 pacientes tratados con interferón convencional o interferón pegilado (siempre combinado con ribavirina) entre febrero de 2007 y abril de 2008 quiénes fueron divididos en 2 grupos. El grupo A fue constituido por 106 pacientes que no respondieron al tratamiento o recidivaron en los seis meses siguientes, 78% de ellos infectados con el genotipo 1. El grupo B fue formado por 63 pacientes que lograron la respuesta sostenida (cura) siendo que 71 infectados con el genotipo 1.

Considerando el color de la piel, el grupo A estaba compuesto por 45,6% de blancos y 54,4% de no blancos. El grupo B estaba formado por 48,4% de blancos y 51,6% de no blancos.

Hasta el momento el linaje para conocer la procedencia genética fue realizado en 92 pacientes (motivo por el cual los resultados son preliminares).

Entre 42 pacientes no respondedores o recidivantes fue encontrado que 41,1% eran afros descendientes, 9,3% indios brasileños y, 49,6% europeos.

Entre los 50 pacientes que realizaron el linaje y consiguieron la respuesta sostenida (cura) fue encontrado que 33,1% eran afros descendientes. 16,6% indios brasileños y, 50,3% europeos.

Cuando la analice es realizada considerando solamente pacientes infectados con el genotipo 1 los resultados son semejantes.

Concluyen los autores que los pacientes blancos y no blancos presentan posibilidades semejantes de lograr la cura de la hepatitis C mediante el tratamiento con interferón y ribavirina. Aclaran que hipotéticamente debe ser considerada que en esta población estudiada la presencia de marcadores de origen europeo en pacientes afros descendientes puede ser el factor que dio equilibrio a la respuesta terapéutica, de ese modo el color de la piel no puede ser considerado como un factor de pronostico de respuesta terapéutica.

MI COMENTARIO:

Conversé en San Francisco con los Dres. Lyra (padre e hijo) sobre este estudio, pues es importante destacar que los afros descendientes de Estados Unidos y de Brasil poseen linajes diferentes. En Estados Unidos la mayoría de los afros descendientes todavía mantiene la misma raza, pero en Brasil a mezcla social entre blancos y no blancos creó linajes mezclados, motivo por el cual puede ser el motivo de la excelente respuesta terapéutica lograda entre los no blancos.

Recomiendo la lectura del artículo "La respuesta al tratamiento de la hepatitis C en los afros descendientes - AASLD 2008" presentando resultados diferentes, aclarando que los resultados son referentes a métodos y poblaciones diferentes.

PS.: Este articulo continua con los resultados finales. Lea apretando aqui.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
AASLD 2008 - Abstracts 1242 - Sustained Virological Response in Patients with Chronic Hepatitis C is Similar Between Whites and Non - Whites: EvaluationUsing Specific Ancestry Alleles Analysis in an Admixed Population - L.N.Cavalcante; K.Abe-Sandes; A.D.Angeli; D.C.Lemair; L.S.Souza; E.S.Azevedo; J.d.Carvalho; T.M.Machado; P.S.Brand o; N.P.Santana; L.G.Lyra; A.C.Lyra


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


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Last updated 30.11.2008