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07/12/2009


Tratamento da hepatite C após o transplante do fígado


O transplante de fígado em pacientes infectados com hepatite C não cura a doença. Em todos os transplantados o vírus ataca o novo fígado, mas o tratamento que antes do transplante não podia ser realizado devido à descompensações hepáticas já é uma realidade para os que receberam o transplante, com resultados muito parecidos aos pacientes não transplantados.

Um estudo apresentado no último AASLD chegou a conclusão que nos pacientes transplantados o tratamento não deve ser o tradicional de 48 semanas, devendo ser realizado por 52 semanas após o vírus ficar indetectável, conseguindo com isso uma maior possibilidade de cura da hepatite C.

A pesquisa demonstra que as regras hoje fixadas pelos consensos e protocolos de interromper ou continuar o tratamento em função dos resultados das semanas 12 e 24 não devem ser consideradas nos pacientes transplantados, pois esses pacientes apresentam uma resposta mais lenta ao tratamento.

O estudo avaliou 241 pacientes infectados com hepatite C transplantados entre 1999 e 2006. O tratamento era oferecido quando após o transplante o fígado apresentava uma fibrose em estagio F1 ou superior e apresentassem imunossupressão estável por pelo menos três meses.

Dos 66 pacientes que receberam o tratamento com interferon e ribavirina por 52 semanas após o primeiro PCR negativo, 22 deles conseguiram ficar curados e somente 2 (8%) apresentaram recidiva do vírus, uma taxa bem menor que os 30% descritos na literatura de recidivas nesse tipo de paciente.

Foi observado que 35% dos pacientes que conseguiram a resposta sustentada somente conseguiram negativar após 24 semanas de tratamento. Se tivessem seguido as recomendações de consenso teriam interrompido o tratamento e perdido a oportunidade da cura.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Impact f length of terapy and predictive value models on SVR in HCV patients post OLT - Matthew J., Gorge Divine., Kimberly Ann Brown - Henry Ford Hospital - Detroit - USA - 60th AASLD - Abstract 187.


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


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La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



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07/12/2009


Tratamiento de la hepatitis C después del trasplante de hígado


El trasplante de hígado en pacientes infectados con hepatitis C no cura la enfermedad. En todos los trasplantados el virus ataca el nuevo hígado, pero el tratamiento que antes del trasplante no podía ser realizado debido a las descompensaciones hepáticas ya es una realidad para los que recibieron el trasplante, con resultados muy parecidos a los pacientes no trasplantados.

Un estudio presentado en el último AASLD llegó a la conclusión que en los pacientes trasplantados el tratamiento no debe ser el tradicional de 48 semanas, debiendo ser realizado por 52 semanas después del virus quedar indetectable, logrando con eso una mayor posibilidad de cura de la hepatitis C.

La pesquisa demuestra que las reglas hoy fijadas por los consensos y protocolos de interrumpir o continuar el tratamiento en función de los resultados de las semanas 12 y 24 no deben ser consideradas en los pacientes trasplantados, pues esos pacientes presentan una respuesta más lenta al tratamiento.

El estudio evaluó 241 pacientes infectados con hepatitis C trasplantados entre 1999 y 2006. El tratamiento era propuesto cuando después del trasplante el hígado presentaba una fibrosis en estadio F1 o superior y presentasen inmunosupresión estable por lo menos de tres meses.

De los 66 pacientes que recibieron el tratamiento con interferón y ribavirina por 52 semanas después del primer PCR negativo, 22 de ellos lograron se quedar curados y solamente 2 (8%) presentaron recidiva del virus, una tasa bien menor que los 30% descritos en la literatura de recidivas en ese tipo de paciente.

Fue observado que 35% de los pacientes que consiguieron la respuesta sostenida solamente lograron negativar después de 24 semanas de tratamiento. Si hubiesen seguido las recomendaciones de consenso habrían interrumpido el tratamiento y perdido la oportunidad da cura.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Impact f length of terapy and predictive value models on SVR in HCV patients post OLT - Matthew J., Gorge Divine., Kimberly Ann Brown - Henry Ford Hospital - Detroit - USA - 60th AASLD - Abstract 187.


Carlos Varaldo
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Last updated 15.12.2009