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10/05/2010


Vantagens do tratamento estendido em pacientes respondedores lentos


No EASL 2010 foi apresentada uma meta analise de diversas publicações (Pub Med, EMBASE, CENTRAL e trabalhos apresentados em congressos internacionais) objetivando determinar se nos infectados com o genótipo 1 da hepatite C e considerados respondedores lentos, a extensão do tratamento para 72 semanas consegue algum beneficio.

Foram selecionados sete estudos com um total de 1.330 pacientes que se encontravam realizando o primeiro tratamento utilizando interferon peguilado e ribavirina, os quais na semana 12 tinham conseguido baixar somente 2 LOG e, que somente na semana 24 do tratamento conseguiram se encontrar indetectáveis, considerados então como respondedores lentos.

Esses pacientes receberam 72 semanas de tratamento e os resultados sobre os que obtiveram a cura e os que apresentaram recidiva após o final de 72 semanas foram comparados com os pacientes respondedores lentos que realizaram o tratamento tradicional de 48 semanas.

A comparação dos resultados mostra que prolongar o tratamento dos respondedores lentos melhora a possibilidade de cura em 12,4% e diminui a possibilidade de recidiva naqueles que completaram os tratamentos indetectáveis e voltam a estar positivos nos seis meses seguintes ao final do tratamento em 24,1%.

O único inconveniente observado foi que os efeitos colaterais e adversos aumentam ao se tratar os pacientes por um período maior, acontecendo um maior número de desistências por parte dos pacientes ou interrupções pelos efeitos do tratamento.

MEU COMENTÁRIO:

O aumento da possibilidade de cura e a diminuição da possibilidade de recidiva dispensam qualquer comentário, pois fica comprovado nesta meta analise, realizada em um grande número de pacientes, que todos aqueles considerados respondedores lentos por somente conseguir negativar na semana 24 devem tentar continuar seu tratamento até a semana 72, para assim possuir uma maior possibilidade de cura do genótipo 1.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
EASL 2010 - Abstract 271 - Extended treatment of treatment-naive patients with chronic hepatitis C virus (HCV) genotype 1-infection and slow response to pegylated interferon-alfa and ribavirin: a meta-analysis - C.M. Lange, H. Farnik, C. Sarrazin, B. Kronenberger, S. Zeuzem, E. Herrmann - Journal of Hepatology, Supplement No 1, Volume 52, 2010, Page S114


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






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10/05/2010


Ventajas del tratamiento extendido en pacientes respondedores lentos


En el EASL 2010 fue presentada una meta analice de diversas publicaciones (Pub Med, EMBASE, CENTRAL y trabajos presentados en congresos internacionales) objetivando determinar si en los infectados con el genotipo 1 de la hepatitis C y considerados respondedores lentos, la extensión del tratamiento para 72 semanas consigue algún beneficio.

Fueron seleccionados siete estudios con un total de 1.330 pacientes que se encontraban realizando el primer tratamiento utilizando interferón pegilado y ribavirina, quiénes en la semana 12 habían conseguido bajar solamente 2 LOG y, que solamente en la semana 24 del tratamiento lograron se encontrar indetectables, considerados entonces como respondedores lentos.

Esos pacientes recibieron 72 semanas de tratamiento y los resultados sobre los que obtuvieron la cura y los que presentaron recidiva después del final de 72 semanas fueron comparados con los pacientes respondedores lentos que realizaron el tratamiento tradicional de 48 semanas.

La comparación de los resultados muestra que prolongar el tratamiento de los respondedores lentos mejora la posibilidad de cura en un 12,4% y disminuye la posibilidad de recidiva en aquéllos que completaron los tratamientos indetectables y vuelven a estar positivos en los seis meses siguientes al final del tratamiento en un 24,1%.

El único inconveniente observado fue que los efectos secundarios y adversos aumentan al se tratar los pacientes por un período mayor, aconteciendo un mayor número de desistencias por parte de los pacientes o interrupciones por los efectos del tratamiento.

MI COMENTARIO:

El aumento de la posibilidad de cura y la disminución de la posibilidad de recidiva dispensan cualquier comentario, pues queda comprobado en esta meta analice, realizada en un gran número de pacientes, que todos aquéllos considerados respondedores lentos por solamente lograr negativar en la semana 24 deben intentar continuar su tratamiento hasta la semana 72, para así poseer una mayor posibilidad de cura del genotipo 1.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
EASL 2010 - Abstract 271 - Extended treatment of treatment-naive patients with chronic hepatitis C virus (HCV) genotype 1-infection and slow response to pegylated interferon-alfa and ribavirin: a meta-analysis - C.M. Lange, H. Farnik, C. Sarrazin, B. Kronenberger, S. Zeuzem, E. Herrmann - Journal of Hepatology, Supplement No 1, Volume 52, 2010, Page S114


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






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Last updated 10.5.2010