Uma modesta perda de peso e um programa de atividades físicas apresenta melhorias continuas nos níveis das transaminases, na redução do nível de glicemia em jejum e na qualidade de vida.
A obesidade e um fator de risco para a progressão da fibroses em pessoas que apresentam doenças do fígado como a hepatite C.
Diversos estudos mostram que a estetaose (gordura no fígado) apressa a progressão de dano hepático nos portadores de hepatite C.
A esteatose, também chamada de fígado gorduroso, pode acontecer por vários motivos, sendo que o excesso de peso (obesidade) e o consumo de álcool são os que mais influem na sua progressão.
A vida sedentária e a alimentação inadequada são um dos maiores culpados pelo crescimento dos casos de obesidade.
A gordura depositada no fígado, que pode ser detectada no exame de ultra-som, prejudica o funcionamento do fígado e aumenta as transaminases. Este aumento das transaminases acelera a progressão do dano hepático, levando a uma mais rápida fibroses ou cirroses.
Então, é recomendável para todos os portadores, tentar se manter dentro de seu peso ideal, eliminando os quilogramas a mais que eventualmente possam existir. Porem, não é somente um regime alimentício, daqueles milagrosos com os quais se perdem vários quilogramas por mês o tratamento adequado, pois, neste caso só se perde massa muscular e a gordura dos músculos se depositará no fígado piorando o problema. É necessário se fazer conjuntamente um programa de exercícios físicos, como caminhadas, natação, bicicleta, etc, no mínimo de 40 a 60 minutos por dia, durante cinco dias por semana, objetivando "queimar" a gordura. Ou seja, é necessário "queimar" mais calorias daquelas que são ingeridas.
Lembre que indivíduos acima do peso ideal possuem menos chances de ter sucesso no tratamento.
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
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